Jader Barbalho - 14/10/2012 00:59
O filme faz justiça aos políticos do PARÁ. É uma
!%#&%.... Beto Brant já fez coisas mais passáveis. O filme é risível, tosco, trama, enredo, personagens.....Pitanga é melhor com roupa....... bota um silicone filha....gostosa sem peito não dá....com diz a piovani maçaneta. Mas que filme ruim .....
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Geraldo - 09/05/2012 23:10
Credo, esse filme é chatíssimo. História fraca e batida. É só uma exploração da nudez da Camila Pitanga fingindo que é um filme cabeça. MAs é duro de aguentar. Teve um monte de gente que saiu do cinema antes do filme terminar. Até eu.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR - 06/05/2012 11:36
O título do filme é belíssimo, muito embora muita gente possa achá-lo perfeito para uma música brega. O mérito neste quesito vai para Marçal Aquino, autor do livro, que deu origem ao filme de Beto Brant. São inúmeras as colaborações de ambos, entre elas o excelente "O INVASOR". De cara somos apresentados a dois dos personagens principais, Lavinia (Camila Pitanga) e Cauby (Gustavo Machado), que tem um romance tórrido num lugarejo do Pará. A Amazônia hospeda um amor desenfreado dos protagonistas. Sabemos que Lavínia é casada. Numa narrativa em flash-back vemos Lavínia como prostituta nas ruas do centro do Rio de Janeiro, dependente química, que recebe ajuda do pastor Ernani (Zé Carlos Machado). Tenho minhas dúvidas se o pastor levaria para sua casa uma outra mulher, nas mesmas condições , que fosse desprovida da beleza de Lavínia. No final das contas, Ernani casa com Lavínia e muda-se para o Pará onde será o responsável por propagar a palavra de Deus. O triângulo amoroso será fechado com a entrada em cena do fotógrafo Cauby (com esse nome só fugindo do sul do país para uma localidade desconhecida). Um trunfo do filme foi contar com o ator Gero Camilo no papel do colunista social Victor Lawrence, homossexual, que faz inúmeras citações literárias, amigo e apaixonado por Cauby. A pergunta que não quer calar: o que um colunista social vai fazer na terra onde Jesus perdeu as botas? As cenas de amor de Lavínia e Cauby foram muito bem feitas. Camila Pitanga exala sensualidade. Não achei, entretanto, que a trama em flash-back fosse uma boa escolha, assim como o fato dos atores secundários terem sido completamente deixados de lado. A Amazônia como epicentro de um furacão amoroso foi um bela escolha para as filmagens. O gosto de que algo maior poderia ter sido filmado ficou no ar.