SANTA PACIÊNCIA

(The Indidel, 2010)
Nota Cineclick


Santa Paciência
Lançamento: 21/02/2012
Disponível para venda

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Diretor: Josh Appignanesi
Elenco: Yigal Naor, Stewart Scudamore, Omid Djalili, James Floyd, Archie Panjabi, Leah Fatania, Stuart Antony, Scott Walters, Mina Anwar, Amit Shah
Sinopse:
Nesta comédia vemos Mahmud (Omid Djalili) um sujeito normal como outro qualquer. Dentro de casa é um adorável marido, um pai dedicado e assumidamente um muçulmano não-praticante. Até que um dia, uma descoberta colocará Mahmud no centro de uma rivalidade milenar, causando a maior crise de identidade, que já se viu. Ele descobre que é adotado, e que na verdade, nasceu em uma família tradicionalmente judia. 
Informações Técnicas:
Formato de Tela: Widescreen Anamórfico
Idioma/Áudio: Inglês e Português
Legenda: Português 
Extras:
Sem extras 
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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR - 21/05/2011 10:56
Temas como antisemitismo e islamofobia podem gerar grandes discussões. É se meter numa seara perigosa, passível de ser criticada por defensores de um dos lados, ou as vezes o que é pior, por ambos os lados. O diretor inglês Josh Appignanesi e o roteirista David Baddiel tentaram ficar neutros. Em outras palavras, tentaram criticar através desta comédia os extremistas sionistas e islâmicos contando a trajetória de Mahmud (Omid Djalili), um muçulmano dos menos ortodoxos (não reza cinco vezes por dia, fala palavrões a torto e direito, etc), que já está habituado ao modus vivendi ocidental, mais precisamente de Londres. Mahmud é dono de uma empresa de taxis. É casado com uma mulher extremamente bela (Archie Punjabie) tem um casal de filhos. Seu filho mais velho, Nasir (Amit Shah), deseja ardentemente casar com Uzma (Soraya Radford). Só que para que isso aconteça precisa da aprovação do padrasto da moça, um radical islâmico, Arshad El-Masri (Yigal Naor). Rashid pede então para que o pai assuma uma postura de muçulmano praticante quando receber a visita do padrasto de sua noiva. O problema é que o Mahmud descobre ao revirar os documentos de sua recém-falecida mãe que ele era adotado. E pior, que seus pais biológicos eram judeus e que seu nome era Solly Shimshillewitz. A descoberta de sua real identidade de Mahmud proporciona os melhores momentos do filme. O seu antigo "inimigo", seu vizinho e também taxista, Lenny Goldberg (Richard Schiff), torna-se a única pessoa que sabe de sua ascendência judia. Lenny o ensina o jeito de se portar de um autêntico judeu, além de levá-lo a um bar mitzva de dois gêmeos. A mudança do comportamento de Mahumud faz com que sua esposa suspeite de uma possível traição e, por último, de que o marido havia se tornado homossexual. Uma boa comédia, que torna-se mais apetitosa para aqueles que conhecem o universo de judeus e muçulmanos. O "senão" do filme recai sobre a tentativa de fazer média com os dois lados da moeda, fato que força a barra em algumas situações.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR - 21/05/2011 10:56
Temas como antisemitismo e islamofobia podem gerar grandes discussões. É se meter numa seara perigosa, passível de ser criticada por defensores de um dos lados, ou as vezes o que é pior, por ambos os lados. O diretor inglês Josh Appignanesi e o roteirista David Baddiel tentaram ficar neutros. Em outras palavras, tentaram criticar através desta comédia os extremistas sionistas e islâmicos contando a trajetória de Mahmud (Omid Djalili), um muçulmano dos menos ortodoxos (não reza cinco vezes por dia, fala palavrões a torto e direito, etc), que já está habituado ao modus vivendi ocidental, mais precisamente de Londres. Mahmud é dono de uma empresa de taxis. É casado com uma mulher extremamente bela (Archie Punjabie) tem um casal de filhos. Seu filho mais velho, Nasir (Amit Shah), deseja ardentemente casar com Uzma (Soraya Radford). Só que para que isso aconteça precisa da aprovação do padrasto da moça, um radical islâmico, Arshad El-Masri (Yigal Naor). Rashid pede então para que o pai assuma uma postura de muçulmano praticante quando receber a visita do padrasto de sua noiva. O problema é que o Mahmud descobre ao revirar os documentos de sua recém-falecida mãe que ele era adotado. E pior, que seus pais biológicos eram judeus e que seu nome era Solly Shimshillewitz. A descoberta de sua real identidade de Mahmud proporciona os melhores momentos do filme. O seu antigo "inimigo", seu vizinho e também taxista, Lenny Goldberg (Richard Schiff), torna-se a única pessoa que sabe de sua ascendência judia. Lenny o ensina o jeito de se portar de um autêntico judeu, além de levá-lo a um bar mitzva de dois gêmeos. A mudança do comportamento de Mahumud faz com que sua esposa suspeite de uma possível traição e, por último, de que o marido havia se tornado homossexual. Uma boa comédia, que torna-se mais apetitosa para aqueles que conhecem o universo de judeus e muçulmanos. O "senão" do filme recai sobre a tentativa de fazer média com os dois lados da moeda, fato que força a barra em algumas situações.
Elizabel - 19/05/2011 10:45
Muito legal
Comentário feito via Cineclick Celular
Elizabel - 19/05/2011 10:45
Muito legal
Comentário feito via Cineclick Celular