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Michelle Obama surpreendeu a todos ao aparecer no telão durante a cerimônia da 85ª edição do Oscar, na noite desse domingo (24/2), em Los Angeles. A ideia veio de
Harvey Weinstein e sua filha, Lily, e os produtores
Craig Zadan e
Neil Meron gostaram tanto da ideia que fizeram de tudo para manter sua participação em segredo, segundo o
The Hollywood Reporter.
Anunciada pelo ator
Jack Nicholson, a Primeira-dama dos Estados Unidos apareceu ao lado de militares, por decisão dos próprios produtores, e apresentou a principal categoria da noite,
Melhor Filme, que ficou para
Argo, de
Ben Affleck.
Michelle disse que todos os candidatos deste ano demonstraram que "podem superar qualquer obstáculo” e que a mensagem dos filmes é "especialmente importante para os nossos jovens". Ela ainda agradeceu a
Hollywood por incentivar as crianças "a ampliarem sua imaginação".
Para Michele, os nove filmes que concorriam ao principal prêmio da noite "ampliam nossos horizontes e nos levam a lugares aos quais nunca tínhamos imaginado".
Segredo de EstadoTudo começou há duas semanas, quando os produtores da cerimônia pegaram emprestado um jato da
Disney e foram para Washington, em segredo. Aos colegas, disseram que passariam o dia em Nova York. "O planejamento foi de algo digno de
Argo. Era uma missão da
CIA, foi tão complicado. Nós não queríamos que ninguém soubesse onde estávamos indo", disse Zadan.
Após combinarem tudo com a
Casa Branca, Zadan e Meron foram atrás de Jack Nicholson. "Nós dissemos a ele: 'Nós temos essa proposta. Você gostaria de apresentar o prêmio de
Melhor Filme com Michelle Obama?'". O ator topou imediatamente, contou Zadan ao
The Hollywood Reporter.
Nicholson estava segurando um segundo envelope com o vencedor - no caso de alguma coisa dar errado e eles perderam a conexão com Washington.
Caso você tenha se perguntado quem foi a pessoa que entregou o envelope à Primeira-dama, os produtores revelaram que foi
Robert Moritz, presidente da
PriceWaterhouseCoopers, empresa que faz a auditoria do Oscar.
"Eu adorei que fizemos dar certo", disse Hawk Koch, presidente da Academia, ao
The Hollywood Reporter.