Ficha do Filme

SEM SAÍDA (2011)

(Abduction, 2011)

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DVD

BLU-RAY

Estreia

23/09/2011

O que você faria se encontrasse a própria foto em um site de pessoas desaparecidas? O adolescente Nathan Harper (Taylor Lautner) é confrontado por esse dilema. À procura de sua identidade verdadeira, Nathan rapidamente descobre que seus pais estão muito longe de ser o que dizem que são. Quando a polícia, agentes do governo e figuras obscuras começam a persegui-lo, Nathan precisa buscar a verdade.
10
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FICHA TÉCNICA

Gênero: Ação

Direção: John Singleton

Roteiro: Shawn Christensen

Elenco: Adam Stanley, Alfred Molina, Allen Williamson, Antonique Smith, Art Terry, Benjamin J. Cain Jr., Cherokee Walker, Christopher Mahoney, Denzel Whitaker, Derek Burnell, Dermot Mulroney, Elisabeth Röhm, Emily Peachey, Frank Lloyd, Holly Scott Cavanuagh, Ilia Volok, Jack Erdie, Jake Andolina, James Liebro, Jason Isaacs, Ken Arnold, Lily Collins, Maria Bello, Mark Nearing, Michael Nyqvist, Mike Clark, Mike Lee, Nathan Hollabaugh, Nickola Shreli, Oriah Acima Andrews, Radick Cembrzynski, Richard Cetrone, Rita Gregory, Roger Guenveur Smith, Sigourney Weaver, Steve Blass, Taylor Lautner, Tim Griffin, Victor Slezak, William Peltz

Produção: Dan Lautner, Doug Davison, Ellen Goldsmith-Vein, Lee Stollman, Roy Lee

Fotografia: Peter Menzies Jr

Trilha Sonora: Ed Shearmur

Duração: 106 min.

Ano: 2011

País: Estados Unidos

Cor: Colorido

Estreia: 23/09/2011 (Brasil)

Distribuidora: Paris Filmes

Estúdio: Gotham Group / Tailor Made / Vertigo Entertainment

Classificação: 14 anos

EXTRAS

- Sem Extras
- Idioma: Inglês 5.1 e Português 2.0
- Legenda: Português e inglês
- Formato de tela: 16x9 Widescreen
- Sem Extras
- Formato da Tela: 16:9 Fullframe
- Idioma / Áudio: Inglês DTS HD MA 5.1 e Português DD 5.1
- Legendas: Português e Inglês

IMAGENS

CRÍTICA

por Heitor Augusto

Sem Saída é uma juvenil mistura de O Fugitivo, O Procurado, A Identidade Bourne e Busca Implacável. Seu grande problema é um roteiro que não consegue escapar dos clichês dos filmes de ação.

Robert McKee, o contraditório Papa do roteiro conservador (aquele que consagra o desenvolvimento dos três atos), costuma dizer que a chave para um bom filme de ação está na solução da sequência final, em que o herói encara o vilão. Se fizermos essa leitura no longa-metragem protagonizado por Taylor Lautner Sem Saída já mostra logo de cara sua fraqueza.

Reciclando a narrativa do videogame (que, por si só já se apropriou demais do cinema), o filme apresenta Nathan (Lautner), um adolescente aparentemente normal que, lá pelos 15, 20 minutos de filme descobre que não é quem sempre achou ser. Começa então uma busca pela verdade e pela sobrevivência.

Taylor Lautner continua com vontade expandir possibilidades de trabalho e ir além do lobisomem da franquia Crepúsculo. O garoto de 19 anos tenta arduamente mostrar-se como um ator de mais substância, mas não consegue ser nada mais que esforçado. Mas não é de todo sua culpa: Sem Saída não fornece muita ajuda.

Usar seu charme juvenil para conquistar Karen (Lily Collins) ele até consegue. Porém, quando as cenas mais dramáticas pedem um pouco mais, o ator não dá conta. O plano é cortado para esconder deficiências. Mesmo assim, seria injustiça colocar nas costas do menino todas as debilidades do filme.

Sem Saída começa bem, ambientando a vida de Nathan, seus amigos, familiares, colégio, paixão e dilemas. Ao descobrir que algo está errado, começa o jogo de gato e rato:

Tem algo mais amador do que, em 2011, colocar um vilão de alguma nacionalidade “exótica” do leste europeu? Os russos do cinema da Guerra Fria são substituídos ou por árabes ou, no caso de Sem Saída, por sérvios. Este é o primeiro clichê.

Após o primeiro terço, o filme torna-se uma repetição de obviedades. Vilão caricato, instituições oficiais sob desconfiança, parceira de fuga que vai se apaixonar etc. Com dois destaques absolutamente negativos. O primeiro está nos diálogos que repetem o que diz a imagem, subestimando a compreensão do espectador para os próprios códigos do cinema.

O segundo é o personagem pífio de Alfred Molina, da CIA. O coitado do ator só faz três coisas durante todo o filme: andar para cima e para baixo com uma feição dramática, dar ordens e pronunciar diálogos que explicam a já explícita trama.

Até mesmo a inteligente colocação de um pai durão cuja rigidez não parece fazer sentido para um filho tão boa praça é destruída pelo filme, que priva o espectador da oportunidade de juntar as peças do quebra-cabeça.

Esta é a essência de Sem Saída: um filme quebra-cabeça no qual é velado ao espectador decifrar o mistério.

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CURIOSIDADES

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