Pôster do filme 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

13 HORAS: OS SOLDADOS SECRETOS DE BENGHAZI

(13 Hours: The Secret Soldiers of Benghazi)

2016 , 144 MIN.

14 anos

Gênero: Ação

Estréia: 18/02/2016

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Michael Bay

    Equipe técnica

    Roteiro: Chuck Hogan, Mitchell Zuckoff

    Produção: Erwin Stoff, Michael Bay

    Fotografia: Dion Beebe

    Trilha Sonora: Lorne Balfe

    Estúdio: 3 Arts Entertainment, Dune Films, Latina Pictures, Paramount Pictures

    Montador: Calvin Wimmer, Pietro Scalia

    Distribuidora: Paramount Pictures Brasil

    Elenco

    Alexia Barlier, Andrei Claude, Andrew Arrabito, Christopher Dingli, David Costabile, David Denman, David Furr, David Giuntoli, Davide Tucci, Demetrius Grosse, Dominic Fumusa, Elektra Anastasi, Freddie Stroma, Frida Cauchi, Ivy George, James Badge Dale, Joe Azzopardi, John Krasinski, Joost Janssen, Julia Butters, Kenny Sheard, Kerim Troeller, Kevin Kent, Liisa Evastina, Manuel Cauchi, Matt Letscher, Max Martini, Pablo Schreiber, Peyman Moaadi, Saif Braik, Shane Rowe, Toby Stephens, Wrenn Schmidt

  • Crítica

    16/02/2016 16h37

    A filmografia de Michael Bay (Transformers 4: A Era Da Extinção) é marcada por explosões grandiosas e uma dose de patriotismo em frases de efeito e cenas melosas. Por isso, ele é a escolha certa para 13 Horas: Os Soldados Secretos De Benghazi, longa que narra o ataque sofrido por um posto diplomático dos Estados Unidos na Líbia, ocorrido em 2012.

    Contudo, o que surpreende é que o cineasta mostra uma consciência nunca vista com um assunto dessa natureza.
    O filme se inicia com a chegada de Jack Silva (John Krasinski, da série The Office), ex-militar contratado para prestar serviços de segurança para a CIA na Líbia pós-queda de Muammar Gaddafi. Ele se une a um grupo de outros cinco colegas, sob a liderança do amigo Tyrone (James Badge Dale, de A Travessia), que serão responsáveis pela defesa do local quando o tal ataque acontecer, alguns meses depois.

    No passado, Bay tratava o Exército e outras instituições oficiais como a oitava maravilha do mundo. Em 13 Horas, há uma maior problematização, a começar pela figura do chefe da CIA (David Costabile, de Terapia De Risco), mais preocupado com sua vindoura aposentadoria do que com o trabalho em si.

    E não poderia ser de outra forma, uma vez que a missão dos personagens seria muito mais fácil se a estrutura do Exército estivesse funcionando adequadamente. Assim, o diretor transfere o alvo de sua admiração para os homens e não a instituição, da mesma forma como Clint Eastwood fez em Sniper Americano (2014).

    Essa consciência não quer dizer que Michael Bay tenha perdido a mão para cenas de ação. A tensão está presente em diversas cenas do filme, em preparação para o ataque que o espectador sabe de antemão que virá. Quando as tais horas as quais o título do filme se refere começa, aí o diretor esbanja a testosterona que vemos nos outros blockbusters sob seu comando. Há explosões e tiroteio para todos os lados e, sem as restrições castradoras do selo PG-13, muito sangue e corpos mutilados. A violência da guerra não é amenizada, mas funciona como ferramenta para engrandecer os personagens.

    O que não se sabe é se a conscientização do diretor para essa nova guinada se deve a motivações pessoais ou econômicas. As guerras sujas nas quais os Estados Unidos se mete nos últimos tempos levou o senso comum para um outro lado. Já se sabe que a propagação da liberdade e demais valores estadunidenses só acontecem em terras de onde se pode retirar petróleo.

    Outra possibilidade é que hoje em dia não é muito prudente realizar filmes apenas para as plateias domésticas. Ao contrário do que acontecia em décadas passadas, atualmente o mercado internacional responde por cerca de 70% da bilheteria de uma produção. Portanto, são necessários princípios mais universais do que apenas vangloriar sua terra-natal.

    Seja qual for o motivo real, é inegável o aspecto positivo de que Michael Bay não rime mais patriota com idiota. Mesmo assim, o patriotismo está lá, em tomadas em câmera lenta da bandeira vermelha, azul e branca. Esses momentos beiram o piegas, mas são balanceados com oportunidades para que o outro lado da contenda também tenha sua versão apresentada, mesmo que brevemente. A conta fecha ao vermos que o antes onipotente Exército dos Estados Unidos agora é retratado como uma instituição falha, que deixa seus homens em situações perigosas por pura incompetência.

    Por tudo isso, 13 Horas é de longe o filme mais maduro da carreira de Michael Bay.

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