2000.1 - UM MALUCO PERDIDO NO ESPAÇO

2000.1 - UM MALUCO PERDIDO NO ESPAÇO

(2000.1: A Space Travesty)

2000 , 98 MIN.

12 anos

Gênero: Comédia

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Allan A. Goldstein

    Equipe técnica

    Roteiro: Alan Shearman, Leslie Nielsen

    Produção: Martin Heldmann, Werner Koenig

    Fotografia: Sylvain Brault

    Trilha Sonora: Claude Foisy

    Elenco

    Alexandra Kamp-Groeneveld, Damien Masson, Ezio Greggio, Leslie Nielsen, Natalie Gray, Ophélie Winter, Peter Egan, Verona Feldbusch

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Depois de uma carreira não muito promissora, fazendo papéis sérios, o ator canadense Leslie Nielsen passou a se dedicar às comédias, em que obteve resultados bem melhores. Uma pequena participação em Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu revelou a veia cômica de Nielsen, que depois estrelou a divertida série de filmes Corra Que A Polícia Vem Aí. Às vezes, porém, o veterano ator de inconfundíveis cabelos brancos aceita fazer filmes sem a mínima graça, casos de A Repossuída, Drácula – Morto Mas Feliz e agora este infeliz 2000.1 – Um Maluco Perdido no Espaço.

    Produzido no Canadá, o filme fala de um grupo de alienígenas que rapta o presidente dos Estados Unidos e põe um clone em seu lugar. Para resolver a situação e salvar o mundo, o serviço militar convoca o agente Richard Dick Dix (traduzido nas legendas como Pintux), obviamente vivido por Leslie Nielsen.

    O que vem a seguir é uma incrível sucessão de situações embaraçosas e gags sem a menor graça. Do ritmo truncado à total falta de sutileza, nada funciona. Tudo bem que Allan Goldstein não é exatamente um grande diretor (são deles filmes como Desejo de Matar 5 e Vírus, por exemplo), mas por outro lado também é certo que ele não poderia fazer muita coisa a partir de um roteiro tão sem graça. O filme perdeu a grande chance de parodiar recentes sucessos da ficção científica e tenta se apoiar apenas nas já desgastadas trapalhadas físicas do personagem principal. Nem os sósias que aparecem nos momentos finais são eficientes (o do Papa, por exemplo, parece mais o empresário G. Aronson). E, como não poderia deixar de ser, uma leve dose de escatologia também é adicionada ao filme.

    2000.1 – Um Maluco Perdido no Espaço é um desastre total. Economize seu dinheiro.

    26 de julho de 2001
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    Celso Sabadin é jornalista e crítico de cinema da Rede Bandeirantes de Televisão, Canal 21, Band News e Rádio CBN. Às sextas-feiras, é colunista do Cineclick. [email protected]

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