3 DIAS PARA MATAR

3 DIAS PARA MATAR

(3 Days to Kill)

2014 , 117 MIN.

14 anos

Gênero: Drama

Estréia: 11/09/2014

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  • Ficha técnica

    Direção

    • McG

    Equipe técnica

    Roteiro: Adi Hasak, Luc Besson

    Produção: Adi Hasak, Luc Besson, Marc Libert, Virginie Silla

    Fotografia: Thierry Arbogast

    Trilha Sonora: Guillaume Roussel

    Estúdio: 3DTK, EuropaCorp, Feelgood Entertainment

    Montador: Audrey Simonaud

    Distribuidora: Califórnia Filmes

    Elenco

    Amber Heard, Connie Nielsen, Hailee Steinfeld, Kevin Costner, Tómas Lemarquis

  • Crítica

    09/09/2014 10h45

    Com roteiro e produção de Luc Besson (Lucy), 3 Dias Para Matar tinha a missão de fazer renascer a carreira de Kevin Costner, que há muito tempo não emplaca um grande sucesso.

    Infelizmente, não vai ser dessa vez. Apesar do ator se mostrar um protagonista sólido, o roteiro artificial e a direção tacanha de McG (de As Panteras e As Panteras Detonando) não ajudam.

    Costner é Ethan Renner, um agente da CIA diagnosticado com câncer e com os dias contados. Em troca de uma droga experimental que pode salvá-lo, é convencido pela também agente Vivi Delay (Amber Heard, de Machete Mata) a participar de uma última missão em Paris.

    Paralelamente, reencontra a ex-mulher (Connie Nielsen, de Gladiador) e a filha adolescente (Hailee Steinfeld, de Bravura Indômita), de quem se afastou por conta do trabalho. O que se segue são os esforços do personagem para eliminar os vilões e reconquistar a família.

    O problema é que a tentativa do diretor McG em equilibrar elementos dramáticos, humor e ação são lamentáveis, o que impede o espectador de alimentar qualquer interesse maior pelo desenrolar da trama nada crível.

    O argumento fraco e previsível tampouco ajuda, com direito a sequências um tanto constrangedoras, como quando Ethan passar mal e desmaia toda vez que está prestes a capturar o vilão.

    Estão lá um monte de coisas que já vimos repetidas vezes: um coroa provando que ainda é o bonzão, recebendo a última missão, que só ele pode cumprir, e tentando se reaproximar da família que deixou para escanteio.

    Dá até para ignorar a mesmice do enredo, mas não os inúmeros elementos desconexos, a sucessão dos piores clichês do gênero e a trama pouco realista e mal conduzida.

    Costner, coitado, faz o dele, mas não cresce na tela porque seu personagem carece da mais básica credibilidade, assim como o filme.

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