A CORRENTE DO BEM

A CORRENTE DO BEM

(Pay It Forward)

2000 , 115 MIN.

12 anos

Gênero: Drama

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Mimi Leder

    Equipe técnica

    Roteiro: Leslie Dixon

    Produção: Paddy Carson, Peter Abrams, Robert L. Levy

    Fotografia: Oliver Stapleton

    Trilha Sonora: Thomas Newman

    Estúdio: Warner Bros

    Elenco

    Angie Dickinson, Haley Joel Osment, Helen Hunt, James Caviezel, Jay Mohr, Jim Caviezel, Jon Bon Jovi, Kevin Spacey

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Prepare seus lenços. Depois de arrepiar as platéias em O Sexto Sentido, o garotinho Haley Joel Osment agora vai arrancar lágrimas dos freqüentadores de cinema com o drama A Corrente do Bem. Para isso, ele vai contar com a ajuda da diretora Mimi Leder e de um elenco de peso encabeçado por Kevin Spacey (Oscar de ator por Beleza Americana) e Helen Hunt (Oscar de atriz por Melhor é Impossível).

    Com muita simplicidade, a trama fala de Trevor (Haley), um garoto entristecido e prematuramente amadurecido pelo alcoolismo de sua mãe (Hunt). Motivado pelo seu professor (Spacey), Trevor tem uma idéia ao mesmo tempo infantil e genial: promover uma espécie de corrente, em que cada pessoa faria três boas ações para mais três pessoas e assim sucessivamente. O projeto assume proporções e desdobramentos inimagináveis.

    É inegável que A Corrente do Bem tem um forte sabor televisivo, com planos sempre muito bem “comportados”, narrativa linear e pouca criatividade em seu aspecto formal. Certamente isso se deve ao estilo de direção de Mimi Leder, cineasta que iniciou sua carreira na tela pequena e chamou a atenção de Steven Spielberg por causa da boa qualidade dos episódios que ela dirigiu no seriado Plantão Médico. Mais tarde, Leder realizaria Impacto Profundo, já para a tela grande.
    Porém, em termos de conteúdo, o filme faz pensar.

    Certamente não faltarão mentes amargas para classificar a trama como “piegas”, mas é justamente contra esta forma pequena de pensar que o roteiro se posiciona.
    Afinal, tudo gira em torno de apenas três boas ações realizadas para três pessoas. E a grande pergunta que fica é: “Por que não?”

    20 de março de 2001
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    Celso Sabadin é jornalista especializado em cinema desde 1980. Atualmente é crítico de cinema da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão e do Canal 21. Às sextas-feiras é colunista do Cineclick. [email protected]

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