ACONTECEU EM WOODSTOCK

ACONTECEU EM WOODSTOCK

(Taking Woodstock)

2009 ,

16 anos

Gênero: Comédia

Estréia: 13/11/2009

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Ang Lee

    Equipe técnica

    Roteiro: James Schamus

    Produção: Ang Lee, James Schamus

    Fotografia: Éric Gautier

    Trilha Sonora: Danny Elfman

    Estúdio: Focus Features

    Distribuidora: Universal Pictures

    Elenco

    Adam LeFevre, Adam Pally, Alyssa May Gold, Andrew Katz, Andrew Zox, Andy Prosky, Angus Hamilton, Anthoula Katsimatides, Ashley Middlebrook, Barbara Sebring-Forman, Bec Stupak, Bette Henritze, Bill Coelius, Boris McGiver, Caitlin Fitzgerald, Carmel Amit, Casson Rugen, Christina Kirk, Christopher Meier, Clark Middleton, Dan Fogler, Dan Knobler, Daniel Eric Gold, Darcy Bledsoe, Darren Pettie, David Lavine, David Wilson Barnes, Demetri Martin, Don Puglisi, Edward Hibbert, Emile Hirsch, Eugene Levy, Gabriel Sunday, Gail Martino, Garett Ross, Gaston Jean-Baptiste, Halley Cianfarini, Harry Zittel, Henry Goodman, Heskethane Tallulah Bankhead, Imelda Staunton, Ivan Sandomire, James Hanlon, Jeffrey Dean Morgan, Jennifer Merrill, Jeremy Shamos, Jess Adams, Jesse Kile, Jon Seale, Jonathan Groff, Joseph Ulmer, Katherine Waterston, Kelli Garner, Kelly Klein, Kevin Chamberlin, Kevin Sussman, Kirsten Bach, Kyle Plante, Lee Wong, Leonard Berdick, Lewis Zucker, Liev Schreiber, Louisa Krause, Malachy Cleary, Mamie Gummer, Marjorie Austrian, Matthew Shear, Michael Izquierdo, Michael J. Burg, Michael McGinnis, Michael Zegen, Nick Taylor, Patrick Cupo, Paul Dano, Pippa Pearthree, Rachel Morrall, Richard Phelan McGreal, Richard Thomas, Sebastian Beacon, Sharon J. Giroux, Skylar Astin, Sondra James, Spadaque Volcimus, Stefano Da Fre, Stephen Kunken, Taunia Hottman-Hubbard, Will Janowitz, William B. Ward Jr., Zachary Booth

  • Crítica

    08/12/2009 17h57

    O que aconteceu mesmo em Woodstock? Um evento conectado às libertações e liberações dos anos 60, que abriu um hiato na História por três dias. Mas Ang Lee (Desejo e Perigo) põe o contexto para terceiro plano e traz ao espectador a história de um tal Elliot Tiber que, por sinal, veio a ser o responsável pela existência do festival.

    Direto ao ponto: se você não tem a menor ideia do que se passou no Woodstock Music & Art Fair e das implicações que aquele evento teria nos anos seguintes, Aconteceu em Woodstock, 12º longa-metragem do diretor taiwanês não vai ajudar em nada. O amor livre e o embarque nos alucinógenos vão parecer um oba oba despropositado, desmedido e sem razão de ser.

    Porém, se Woodstock não soa para você como um modelo novo de carro ou algo do gênero, é possível que a trajetória de Elliot seja um bom passatempo. O principal elemento que dá ritmo ao filme é o tom de ironia e auto-descoberta. O garoto é reprimido e boicota os próprios sonhos para ajudar os pais, dois velhos de mal com a vida.

    Um humor, diga-se de passagem, construído em cima de clichês: a mãe judia pão-duro, o líder da trupe que não se abala com nada, o vizinho que se aproveita da situação. Porém, mesmo em cima de tipos e estereótipos, engraçado. Comicidade efêmera e despretensiosa.

    Os momentos em que Ang Lee indica que pode mergulhar na atmosfera dos anos 60 focam as transformações de Elliot, até então um jovem reprimido, a alguém consciente da capacidade de guiar a própria vida. Com ar lúdico, a câmera substitui o olhar do personagem e passamos a seguir o mundo com sua visão lisérgica.

    De resto, Aconteceu em Woodstock é um filme com o freio de mão puxado. O mergulho no excesso de cores e na revolução do comportamento dos anos 60 é feito pelas beiradas. Parece que Lee ficou tão preocupado em tornar Woodstock palatável e engraçado que se esqueceu de viajar na liberdade da história.

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