AMOR A TODA PROVA (2011)

AMOR A TODA PROVA (2011)

(Crazy, Stupid, Love)

2011 , 118 MIN.

12 anos

Gênero: Comédia

Estréia: 26/08/2011

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Glenn Ficarra, John Requa

    Equipe técnica

    Roteiro: Dan Fogelman

    Produção: Denise Di Novi, Steve Carell

    Fotografia: Andrew Dunn

    Estúdio: Carousel Productions

    Distribuidora: Warner Bros

    Elenco

    Emma Stone, John Carroll Lynch, Josh Groban, Julianne Moore, Kevin Bacon, Marisa Tomei, Ryan Gosling, Steve Carell

  • Crítica

    25/08/2011 17h13

    Diretores de I Love You, Phillip Morris, que no Brasil foi lançado como O Golpista do Ano, Glenn Ficarra e John Requa estão menos arrojados em sua volta ao cinema. Amor a Toda Prova é irregular, garantindo sequências genuinamente cômicas, mas também momentos de profundo moralismo.

    Na trama, Cal Weaver (Steve Carell) é um corretor de seguros com uma emprego estável, casamento longevo e dois filhos brilhantes. Com um porém: sua esposa, Emily (Julianne Moore), cansou dos 25 anos de união e quer o divórcio. Cal, que desde a adolescência só conheceu os prazeres sexuais providos por uma mulher, terá de voltar à caça, dessa vez com a ajuda de Jacob (Ryan Gosling), um tipo arrasa-quarteirão que conquista todas.

    Amor a Toda Prova transita entre a frustração e a realização de seus personagens. Texto cômico inteligente, boas interpretações e direção que não deixa o trem descarrilar garante personagens críveis, com os quais o espectador pode se identificar.

    No meio do caminho, situações engraçadas de desencontro e personagens que não se entendem. Apesar de o título remeter à resistência, ou não, do amor entre duas pessoas, Amor a Toda Prova fala mesmo das escolhas da vida: no meio do turbilhão de possibilidades, o que queremos de fato? Sermos garanhões ou construir família?

    Claro que, como qualquer outro filme comercial americano, discussão superficial e demasiadamente preto-no-branco: ou isso, ou aquilo. Com direito a um desfecho moralista, que estraga muito das risadas que já compartilhadas durante a sessão.

    Ficarra e Requa estão mais comportados do que em O Golpista do Ano, mas ainda assim engraçados. Entretenimento rápido e risadas que duram até a última pipoca mastigada.

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