BATER OU CORRER EM LONDRES

BATER OU CORRER EM LONDRES

(Shanghai Knights)

2003 , 115 MIN.

12 anos

Gênero: Ação

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • David Dobkin

    Equipe técnica

    Roteiro: Alfred Gough, Miles Millar

    Produção: Gary Barber, Jonathan Glickman, Roger Birnbaum

    Fotografia: Adrian Biddle, Harvey Harrison

    Trilha Sonora: Randy Edelman

    Estúdio: Spyglass Entertainment, Touchstone Pictures

    Elenco

    Aaron Johnson, Aidan Gillen, Donnie Yen, Fann Wong, Jackie Chan, Owen Wilson

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    A comédia Bater ou Correr, que Jackie Chan e Owen Wilson protagonizaram há três anos, nem foi sucesso: custou US$ 55 milhões e faturou praticamente a mesma quantia nas bilheterias americanas. Ganhou algum dinheiro em vídeo. Mesmo assim, um consórcio de sete produtoras (incluindo a Touchstone, divisão da Disney) decidiu investir mais US$ 50 mihões numa continuação: Bater ou Correr em Londres, com os mesmos personagens.

    Separados no final do primeiro filme, agora, o chinês bonzinho Wang (Jackie Chan) e o americano sacaninha Roy (Owen Wilson) se reencontram no velho oeste para uma missão das mais nobres: capturar o assassino do pai de Wang, que roubou uma preciosa jóia milenar do palácio imperial chinês. Porém, Roy está muito mais interessado na bela Lin (Fann Wong), irmã de Wang, que propriamente em alguma velha relíquia. Na empreitada, a confusa e divertida dupla vai parar na Inglaterra, onde acaba se encontrando com alguns dos mais famosos personagens da vida - e da fantasia - britânicas do final do século 19.

    Leve, sem baixarias, e dentro do melhor estilo "sessão da tarde", Bater ou Correr em Londres não vai decepcionar os fãs de Chan, que aqui exibe bem mais os seus dotes nas artes marciais que no recente O Terno de Dois Bilhões de Dólares. O filme cumpre o que promete: ação, comédia (a química entre Chan e Wilson é muito boa), produção caprichada, traz algumas boas homenagens ao cinema mudo (lembram de Harold Lloyd pendurado nos ponteiros do relógio? Pois é.) e um humor simples.

    É uma comédia juvenil como nos velhos tempos, na era pré-irmãos Farrelly, onde o banheiro não era o cenário principal da maioria das piadas. Dá para curtir molecamente, se você não exigir demais.

    21 de março de 2003.

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    Celso Sabadin é jornalista e crítico de cinema da Rádio CBN. Às sextas-feiras, é colunista do Cineclick. [email protected]

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