BELLA

BELLA

(Bella)

2006 , 91 MIN.

anos

Gênero: Drama

Estréia: 22/05/2008

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Alejandro Gómez

    Equipe técnica

    Roteiro: Alejandro Gomez Monteverde, Leo Severino, Patrick Million

    Produção: Alejandro Monteverde, Denise Pinckley, Eduardo Verástegui, Leo Severino, Sean Wolfington

    Fotografia: Andrew Cadelago

    Trilha Sonora: Stephan Altman

    Estúdio: Mpower Pictures

    Elenco

    Ali Landry, Eduardo Verástegui, Manny Perez, Ramón Rodríguez, Tammy Blanchard

  • Crítica

    22/05/2008 00h00

    A primeira frase de Bella sugere que veremos um filme, no mínimo, interessante: "Se você quiser fazer Deus rir, conte seus plano a Ele". Recheada de ironia e humor negro, esta citação, porém, é o único bom momento deste drama co-produzido entre México e EUA.

    De família mexicana e morando em Nova York, José (Eduardo Verastegui) é um promissor jogador de futebol que acaba de assinar contrato com um grande time espanhol. Porém, uma tragédia muda radicalmente sua vida e ele acaba trabalhando como chef no restaurante do irmão. Ali, simpatiza com a garçonete Nina (Tammy Blanchard), demitida do emprego por causa de seus atrasos.

    Juntos, estes dois outsiders vão solidificar ainda mais seus laços de amizade, amparando-se um no outro em seus desconsolos e desventuras. Como pano de fundo, uma Nova York cosmopolita, verdadeira esquina do mundo, onde um comerciante coreano é obrigado a aprender falar espanhol para poder se comunicar com seu funcionário, provavelmente porto-riquenho.

    O grande problema de Bella é a mão pesada de seu diretor, o mexicano Alejandro Gómez Monteverde (também co-autor do roteiro e produtor do filme), nesta sua estréia no longa-metragem. Fiel ao antigo conceito de "dramalhão mexicano", Monteverde carrega nas cores, é pouco sutil ao relatar os dramas pessoais dos personagens e não economiza em lágrimas e tragédias novelescas.

    Mesmo assim, o filme ganhou o Prêmio de Público no Festival de Toronto e faturou mais que o dobro de seu orçamento (US$ 3 milhões) nas bilheterias norte-americanas. Talvez a voz do povo seja realmente a voz de Deus... O mesmo Deus que ri dos seus planos.

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