13º DISTRITO

13º DISTRITO

(Brick Mansions)

2014 , 84 MIN.

14 anos

Gênero: Ação

Estréia: 19/06/2014

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Camille Delamarre

    Equipe técnica

    Roteiro: Bibi Naceri, Luc Besson

    Produção: Claude Léger, Jonathan Vanger, Luc Besson

    Fotografia: Christophe Collette

    Estúdio: EuropaCorp

    Montador: Arthur Tarnowski, Carlo Rizzo

    Elenco

    Anatoly Zinoviev, Andreas Apergis, Ayisha Issa, Bradshaw Anderson, Bruce Ramsay, Carlo Rota, Carolina Bartczak, Catalina Denis, Chimwemwe Dave Miller, David Belle, Frank Fontaine, Geoff Meech, Gino Zeman, Gouchy Boy, Holden Wong, Jade Hassouné, Joe Zanetti, Kwasi Songui, Matt Lacas, Mizinga Mwinga, Paul Walker, Raphael Grosz-Harvey, Richard Zeman, Robert Maillet, Rodney Alexandre, Ryan Trudeau, Tristan D. Lalla

  • Crítica

    18/06/2014 17h31

    Este remake do longa francês B13 – 13º Distrito (2004), escrito e produzido por Luc Besson, traz o ator Paul Walker em uma de suas últimas aparições na tela. O astro de Velozes e Furiosos perdeu a vida em um acidente de carro, em 30 de novembro de 2013, aos 40 anos. Em 13º Distrito ele interpreta um agente da narcóticos que se infiltra em Brick Mansions, violento e isolado bairro de uma Detroit distópica, para desativar uma bomba em posse de um traficante.

    Para cumprir sua missão ele conta com a ajuda do fora-da-lei Lino. O personagem é vivido por David Belle, mestre e criador do esporte parkour, que consiste em superar obstáculos urbanos usando a destreza corporal. Belle, que reprisa seu papel no original, mostra que ainda está em plena forma ao exibir um show de acrobacias filmadas em ritmo alucinante – com direito a alguns novos truques que não vão decepcionar fãs do esporte e do filme de origem.

    13º Distrito, no entanto, força a barra com um subtexto desleixado sobre segregação social para tentar dar algum estofo cerebral à produção. Desnecessário, no mínimo. Tudo é levado numa pressa narrativa desinteressada e ignorância sociológica de dar dó. Algumas sequências que tratam do tema chegam a ser risíveis de tão tolas.

    O que sobra mesmo de aproveitável são pancadaria, tiroteios e perseguições de carro. Neste quesito o filme não deixa a desejar. Claro que todos os clichês basilares de um longa de ação explodem na tela: os bandidos são péssimos de pontaria e descerebrados, os heróis estão mais para super-heróis, as situações improváveis pululam e temos uma mocinha gostosa capturada pelo vilão que precisa ser resgatada.

    13º Distrito propõe entreter os viciados em adrenalina e faz isso com certa facilidade. Para quem for capaz de desligar o senso crítico por hora e meia, vale a sessão. De quebra ainda vai matar saudades de Paul Walker. Impossível não assistir ao filme com uma ponta de pesar e se lamentando pela morte precoce do ator.

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