Pôster do filme Canções de Amor

CANÇÕES DE AMOR

(Les Chansons d'amour)

2007 , 100 MIN.

12 anos

Gênero: Musical

Estréia: 05/09/2008

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Christophe Honoré

    Equipe técnica

    Roteiro: Christophe Honoré

    Produção: Paulo Branco

    Fotografia: Rémy Chevrin

    Trilha Sonora: Alex Beaupain

    Estúdio: Alma Films

    Elenco

    Alice Butaud, Brigitte Roüan, Chiara Mastroianni, Clotilde Hesme, Grégoire Leprince-Ringuet, Louis Garrel, Ludivine Sagnier

  • Crítica

    05/09/2008 00h00

    Canções de Amor chega ao circuito comercial brasileiro apoiado pelo relativo sucesso de Em Paris - pelo menos no circuito mais restrito -, longa anterior de Christophe Honoré. Se em seu filme de 2006 o diretor e roteirista francês era profundamente influenciado pela Nouvelle Vague, o gênero que o inspira em seu novo trabalho é o musical.

    Novamente, o galã Louis Garrel protagoniza um longa de Honoré. Ele é o sedutor Ismaël Bénoliel, namorado de Julie Pommeraye (a bela Ludivine Sagnier). Logo no começo do filme, uma tragédia marca os destinos dos personagens que transitam pelas ruas da capital francesa entre lágrimas, dramas, sorrisos e as simpáticas (mesmo quando tristes) canções de Alex Beaupain - cujo trabalho neste longa lhe rendeu um César (principal prêmio do cinema francês) de Trilha Sonora Original.

    Ironicamente, carrega uma aura positiva, apesar de sua história passar longe disso, e talvez seja esse o ponto que o diretor pretendia desenvolver neste longa-metragem. Com um sorriso no rosto e uma boa música na cabeça, os damas parecem ser menos pesados. Somente parecem, no entanto.

    Canções de Amor é um filme sem pretensões que tem grandes chances conquistar um público bem definido: os que gostam do trabalho de Honoré, os que não resistem ao charme europeu de Louis Garrel, os apreciadores de filmes musicais e de música francesa. É inegável que Canções de Amor é um longa bem-realizado e merece ser conferido. A não ser que você não aprecie tanto os musicais quanto Honoré deve fazê-lo ao prestar esta bela e simpática homenagem a um gênero não tão popular quanto era em décadas passadas.

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