DÉJÀ VU

DÉJÀ VU

(Déjà Vu)

2006 , 128 MIN.

14 anos

Gênero: Ação

Estréia: 19/01/2007

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Tony Scott

    Equipe técnica

    Roteiro: Bill Marsilii, Terry Rossio

    Produção: Jerry Bruckheimer

    Fotografia: Paul Cameron

    Trilha Sonora: Harry Gregson-Williams

    Estúdio: Scott Free Productions, Touchstone Pictures

    Elenco

    Adam Goldberg, Denzel Washington, Donna W. Scott, Elle Fanning, James Caviezel, Jay Oliver, Patt Noday, Paula Patton, Val Kilmer

  • Crítica

    19/01/2007 00h00

    O terrorismo continua sendo um tema dos mais recorrentes no cinema pós-11 de setembro. Déjà Vu, a nova aventura do megaprodutor Jerry Bruckheimer, não foge a esta regra. Ambientado na cidade de Nova Orleans, que tenta se recuperar da tragédia do furacão Katrina, o filme mostra logo em suas primeiras cenas um violento atentado terrorista que mata mais de 500 pessoas numa balsa que navega pelo rio Mississipi. O agente Doug (Denzel Washington) vai investigar o caso e descobre um fato dos mais inusitados: entre os mortos resgatados, há uma mulher (a bela Paula Patton, de Hitch - Conselheiro Amoroso), que teria morrido aproximadamente uma hora antes do atentado. Como assim? É isso que Doug precisa descobrir. E, em sua busca pelos fatos, ele acaba se deparando com um novo experimento de altíssima tecnologia do governo americano que pode revolucionar o combate ao crime.

    Com a direção de Tony Scott (que será sempre lembrado por Top Gun - Ases Indomáveis, para o bem e para o mal), Déjà Vu consegue aliar um roteiro intrigante a um bom ritmo de ação. O filme começa como um tradicionalíssimo policial e de repente vira para uma aventura com fortes toques de ficção científica, chegando a lembrar Minority Report - A Nova Lei. Sem ser futurista. Tudo isso com a sempre exagerada e pirotécnica produção comandada por Jerry Bruckheimer, o mesmo de Piratas do Caribe, Bad Boys, Armaggedon, Pearl Harbor e tantos outros sucessos explosivos.

    Para apreciar melhor a trama é preciso, porém, embarcar nas fantasias que o filme propõe, deixando o senso crítico em segundo plano. É uma aventura, uma viagem fantástica que só será apreciada por quem estiver disposto a comprar as deliciosas mentiras que fazem a magia do cinema.

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