DRAGON BALL Z: BATALHA NOS DOIS MUNDOS

DRAGON BALL Z: BATALHA NOS DOIS MUNDOS

(Dragon Ball Z: Ginga Girigiri!!Butchigiri no sugoi yatsu)

1999 , 90 MIN.

anos

Gênero: Animação

Estréia:

página inicial do filme
  • Ficha técnica

    Direção

    • Shigeyasu Yamauchi

    Equipe técnica

    Roteiro: Akira Toriyama

    Trilha Sonora: Keiju Ishikawa, Shunsuke Kikuchi, Tetsuji Hayashi

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Antes de mais nada, é preciso uma explicação. A série de desenhos animados japoneses Dragon Ball já existe há mais de 12 anos, com vários personagens que não somente crescem em idade e tamanho como também têm o poder de se fundirem em outros novos heróis. Ou seja, o universo Dragon Ball não é pequeno nem simples. Além dos episódios para a TV, a Toei Animation também produz especiais de 45 minutos feitos especialmente para lançamento em vídeo. Este Dragon Ball Z – Batalha nos Dois Mundos é, na verdade, a união de dois destes especiais: o número nove, produzido em 1993, e o número 12, de 1995.

    Resumindo, o filme só é indicado para iniciados, já que não há nenhuma explicação prévia sobre quem é quem e sobre o que possa estar acontecendo. Para quem não acompanha a série, a sensação é parecida com a de cair num caminhão de mudanças.

    O primeiro episódio mostra vários personagens do universo Dragon Ball competindo ferozmente numa espécie de olimpíadas das artes marciais. E o segundo, mais criativo, conta a história de um problema técnico ocorrido no Céu que liberta, na Terra, todas as almas mortas da história da humanidade. Inclusive a de Hitler.

    Ratificando, para quem não faz idéia de quem sejam Goku, Super Sayan ou Mr. Satan, Dragon Ball Z – Batalha nos Dois Mundos é uma colcha de retalhos de referências desconhecidas. Mas, mesmo assim, é possível apreciar seu ritmo incessante e alguns momentos de humor. A animação é aquela típica japonesa, igual aos antigos desenhos de Tarô Kid ou Speed Racer. As cores são fortes e vibrantes e os monstros até que bastante elaborados. Mas sugere-se que se leve ao cinema alguém que possa esclarecer, afinal, o que está acontecendo nos desenhos.

    15 de janeiro de 2002
    ____________________________________________
    Celso Sabadin é jornalista e crítico de cinema da Rádio CBN. Às sextas-feiras, é colunista do Cineclick. [email protected]

Deixe seu comentário
comments powered by Disqus