ELA É O CARA

ELA É O CARA

(She's the Man)

2006 , 105 MIN.

Gênero: Comédia Romântica

Estréia: 29/09/2006

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Andy Fickman

    Equipe técnica

    Roteiro: Ewan Leslie, Jack Leslie, Karen McCullah Lutz, Kirsten Smith

    Produção: Ewan Leslie, Jack Leslie, Lauren Shuler-Donner

    Fotografia: Greg Gardiner

    Trilha Sonora: Nathan Wang

    Estúdio: Donners' Company, DreamWorks SKG, Lakeshore Entertainment

    Elenco

    Alex Breckenridge, Amanda Bynes, Amanda Crew, Channing Tatum, James Kirkm Jessica Lucas, Jeffrey Ballard, Julie Hagerty, Lynda Boyd, Robert Hoffman

  • Crítica

    29/09/2006 00h00

    O escritor inglês William Shakespeare é, definitivamente, um dos que mais influencia a dramaturgia desde o século 16, quando começou a produzir suas conhecidas peças teatrais. Adaptações modernas e adolescentes de seus textos também não faltam ao cinema, como Romeu + Julieta (1996), Dez Coisas que Odeio em Você (1999) e, agora, Ela é o Cara, versão jovem da peça Noite de Reis.

    A simpática atriz juvenil Amanda Bynes (Tudo Que Uma Garota Quer) interpreta Viola, uma garota que só quer jogar futebol. No entanto, a prática desse esporte por meninas não é bem-vista em sua escola, que cancela os treinos do time feminino. Aproveitando que seu irmão gêmeo, Sebastian (James Kirk), está fugindo de casa para tocar com sua banda em Londres, Viola resolve fingir ser ele na nova instituição de ensino para a qual ele foi transferindo, já que ninguém o conhece por lá. Está montado o palco para que diversas confusões amorosas aconteçam, já que Viola/ Sebastian apaixona-se por seu colega de quarto, o bonitão Duke (Channing Tatum), que gosta de Olivia (Laura Ramsey), que está a fim de Sebastian/ Viola.

    Confuso? Sim, mas é aí que está a graça de Ela é o Cara. Trata-se de uma comédia romântica feita sob medida para os gostos dos adolescentes que curtem esse gênero cinematográfico. Contando com o carisma e o bom de Amanda Bynes, o filme é repleto de rostos novos em seu elenco, além de muito rock-and-roll na trilha sonora, que conta com faixas de bandas como All-American Rejects e OK Go.

    Para apreciar pelo menos um pouco este filme, o espectador precisa perceber que não é um filme que pretende mudar o mundo, ou menos tocar o espectador, mas sim diverti-lo. É, no máximo, uma comédia simpática que também não traz absolutamente nada de novo, mas cumpre o seu papel.

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