ENSINANDO A VIVER

ENSINANDO A VIVER

(The Martian Child)

2007 , 106 MIN.

anos

Gênero: Comédia Dramática

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Menno Meyjes

    Equipe técnica

    Roteiro: David Gerrold, Jonathan Tolins, Seth Bass

    Produção: Corey Sienega, David Kirschner, Ed Elbert

    Fotografia: Robert D. Yeoman

    Trilha Sonora: Aaron Zigman

    Estúdio: New Line Cinema

    Elenco

    Amanda Peet, Anita Brown, Beverley Breuer, Bobby Coleman, Carmen Moore, David Kaye, Joan Cusack, John Cusack, Oliver Platt, Sophie Okonedo, Suzy Joachim, Zak Ludwig

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Sabe aqueles filmes sobre superação e aprendizado que sempre passam nas matinês televisivas? Ensinando a Viver é mais um deles. Sensível e dramático, o longa cumpre de forma eficaz a proposta de se tornar um drama emotivo, sensível e com grandiosas lições de moral.

    John Cusack (sempre competente ao construir personagens carismáticos e esquisitos) interpreta David. Seus traumas de infâncias o ajudaram a ser um bem-sucedido escritor de livros de ficção científica para os pequenos. Ainda tentando lidar com as emoções relacionadas à morte da mulher, ele resolve adotar uma criança tão especial e imaginativa quando ele. Dennis (Bobby Coleman) é um menino abandonado pelos pais que vive no orfanato administrado por Sophie (Sophie Okonedo). Sua excentricidade está no fato dele acreditar ser um marciano em missão na terra. Dennis odeia o sol e se esconde dentro de uma caixa de papelão. Evidentemente, uma criança assim nunca seria aceita socialmente e é exatamente nesse ponto que David tenta ajudá-lo. Mas o que ocorre (surpresa!) é a superação das dificuldades emocionais de ambos os personagens igualmente outsiders, cada um à sua maneira.

    Ensinando a Viver tem como armas os elementos essenciais para tocar os sentimentos do espectador: um protagonista carismático, uma criança adorável, a irmã sabichona (vivida por Joan Cusack, irmã de John na vida real), uma história de superação e uma boa dinâmica entre os personagens. É um filme pequeno, modesto, de certa forma previsível e sem pretensões. Ensinando a Viver é competente ao emocionar o público, mas não espere muito mais do que isso.

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