EU E AS MULHERES

EU E AS MULHERES

(In The Land of Women)

2007 , 97 MIN.

12 anos

Gênero: Comédia Dramática

Estréia: 30/11/2007

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Jon Kasdan

    Equipe técnica

    Roteiro: Jon Kasdan

    Produção: David Kanter, Steve Golin

    Fotografia: Paul Cameron

    Trilha Sonora: Stephen Trask

    Estúdio: Anonymous Content, Castle Rock Entertainment

    Elenco

    Adam Brody, Danielle Savre, Dustin Milligan, Elena Anaya, Ginnifer Goodwin, Kelsey Keel, Kristen Stewart, Meg Ryan, Olympia Dukakis

  • Crítica

    30/11/2007 00h00

    Com toques de romance e, principalmente, drama, Eu e as Mulheres não traz absolutamente nada de novo em nenhum dos dois gêneros, "morrendo na praia" na tentativa de se sobressair em meio a tantos lançamentos cinematográficos.

    Carter Webb (Adam Brody) é um jovem que se vê inserido e envolvido num mundo totalmente conduzido pelas mulheres. Tudo começa quando a atriz Sofia (a espanhola Elena Anaya) rompe um longo namoro com o rapaz. Ele resolve sair de Los Angeles para passar um tempo com sua avó (Olympia Dukakis). Deprimida, ela tem pensamentos recorrentes sobre sua morte, o que preocupa sua família. Lá, vivendo um cotidiano tipicamente suburbano, o escritor conhece a vizinha Sarah (Meg Ryan), ela mesma passando por um verdadeiro turbilhão em sua vida, e a filha dela, a jovem Lucy (Kristen Stewart).

    Eu e as Mulheres mostra como o protagonista é capaz de lidar com a presença dessas mulheres em sua vida, das mais diferentes gerações. Sentimentos como amizade, paixão e amor vagueiam pela mente do protagonista enquanto ele tenta entender sua própria existência. O que seria uma proposta interessante, caso bem trabalhada, resulta num filme superficial.

    A forma como o diretor estreante Jon Kasdan soluciona as questões levantadas, todas em relação aos relacionamentos entre os personagens, é óbvia. Além disso, não há muito destaque nas atuações: Adam Brody, por exemplo, praticamente repete seu papel no seriado The O.C. - Um Estranho no Paraíso, interpretando uma espécie de Seth Cohen após a faculdade. Existem, sim, alguns lampejos de inspiração no roteiro, também de Kasdan, mas eles se perdem em meio à mesmice que o longa se torna.

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