EU, ROBÔ

EU, ROBÔ

(I, Robot)

2004 , 115 MIN.

Gênero: Ficção Científica

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Alex Proyas

    Equipe técnica

    Roteiro: Akiva Goldsman, Jeff Vintar, Lawrence Konner, Mark Rosenthal

    Produção: John Davis, Laurence Mark, Topher Dow

    Fotografia: Simon Duggan

    Trilha Sonora: Trevor Jones

    Elenco

    Alan Tudyk, Bridget Moynahan, Bruce Greenwood, Chi McBride, Will Smith

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Antes que os mais puristas comecem a criticar indiscriminadamente, vale a lembrança: os créditos do filme Eu, Robô deixam claro que tudo foi apenas "sugerido" pelo conto clássico que o russo Isaac Asimov (1920-1992) escreveu em 1950. Não há a intenção - nem a pretensão - de se fazer uma adaptação 100% fiel à obra do escritor.

    Isto posto, vamos ao filme. Tudo se passa na Chicago de 2035, quando os robôs já estão totalmente integrados à sociedade como mão-de-obra de segunda linha. São empregados domésticos, demolidores da construção civil, enfim, trabalhadores de pouca qualificação e total confiança, já que nunca nenhum deles foi capaz de levantar sequer um dedinho contra nenhum humano. Pelo menos até agora. A ação realmente tem início com o aparente suicídio do Dr. Lanning, criador da USR (United States Robotics), pioneiro da tecnologia robótica. O detetive Spooner (Will Smith) é chamado para investigar o caso, e imediatamente percebe que dificilmente Dr. Alfred Lanning (James Cromwell) teria se suicidado. O suspeito poderia ser um robô? Impossível, pelas leis da robótica, totalmente provável pelas leis muito particulares de Spooner.

    A partir daí o filme se desenvolve dentro dos rígidos parâmetros do gênero: (1) detetive desconfiado, meio marginal, que tem escondida uma triste história do seu passado, (2) heroína que começa dura e intransigente, mas que aos poucos cede às argumentações do detetive. (3) falso vilão colocado na trama para despistar e - claro (4,5,6,7,8...) ação, aventura, correria, tiroteios, janelas quebradas e todos os clichês que consagraram o estilo. Então, o que Eu, Robô teria de tão especial para ser tão badalado? Primeiro, seu título, emprestado de um dos contos mais clássicos e geniais da literatura de ficção científica. Segundo, Will Smith, sempre muito carismático. E terceiro um super orçamento de US$ 105 milhões, que proporcionou ótimos efeitos especiais de encher os olhos. Não chega a ser genial, mas é um excelente e caprichado passatempo para um sábado a tarde.

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