FILHA DO MAL

FILHA DO MAL

(The Devil Inside)

2012 , 83 MIN.

16 anos

Gênero: Terror

Estréia: 03/02/2012

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  • Ficha técnica

    Direção

    • William Brent Bell

    Equipe técnica

    Roteiro: Matthew Peterman, William Brent Bell

    Produção: Matthew Peterman, Morris Paulson

    Fotografia: Gonzalo Amat

    Trilha Sonora: Brett Detar

    Estúdio: Forum Cinemas, Insurge Pictures, Paramount Pictures

    Distribuidora: Paramount Pictures Brasil

    Elenco

    Bonnie Morgan, Brian Johnson, D.T. Carney, Evan Helmuth, Fernanda Andrade, Ionut Grama, Les Mahoney, Luca Bovelli, Marius Florian, Marvin Duerkholz, Maude Bonanni, Preston James Hillier, Simon Quarterman, Suzan Crowley, Suzanne Freeman, Talyan Wright

  • Crítica

    01/02/2012 12h00

    Uma súplica ao leitor: caso encontre fitas de vídeo com algum material gravado nunca antes revelado, deixe-as onde estão. Estará fazendo um favor a todos aqueles que não aguentam mais assistir aos falsos documentários sobre um fato tenebroso qualquer que, “só agora, chega ao conhecimento do público”. A Filha do Mal é a mais nova empreitada do gênero. E como a maioria do que se produz nessa linha, ruim. Muito ruim.

    Um subproduto do subgênero exorcismo filmado com recursos limitados e criatividade zero. Pronto, este é o resumo do que o espectador vai ver na telona caso resolva encarar o longa que assustou as bilheterias norte-americanas – estreando inesperadamente em primeiro lugar -, mas que não é capaz de meter medo nem em criança.

    A produção conta a história de Isabella Rossi (a atriz brasileira Fernanda Andrade ), uma mulher que busca descobrir a verdade sobre a mãe, Maria (Suzan Crowley), que mata três pessoas durante um ritual de exorcismo nos Estados Unidos. 20 anos depois ela parte em busca da verdade, recorrendo a um cinegrafista para documentar sua investigação. Já na Itália (onde a mãe está internada em um manicômio), se envolve com dois jovens padres que tem métodos próprios de realizar rituais exorcistas.

    Filha do Mal tenta ser um Atividade Paranormal e passa longe. Este conseguiu aproveitar as claras vantagens de se fazer um filme de terror no estilo mockumentaries: não precisar de estrelas e driblar a falta de grana para efeitos especiais sofisticados. Filha do Mal, no entanto, é um filme nu, desprovido de tudo: de suspense, de terror, de boas cenas e de clímax. Seu final é tão tacanho que dá margem a questionarmos se o diretor e roteirista William Brent Bell não estava possuído por algum espírito zombador.

    Para quem nunca viu um outro filme de exorcismo na vida, vale a experiência. Para o resto da audiência, haja paciência...


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