GATO DE BOTAS

GATO DE BOTAS

(Puss in Boots)

2011 , 90 MIN.

Gênero: Animação

Estréia: 09/12/2011

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Chris Miller

    Equipe técnica

    Roteiro: Brian Lynch, David H. Steinberg, Jon Zack, Tom Wheeler, Will Davies

    Produção: Joe M. Aguilar, Latifa Ouaou

    Trilha Sonora: Henry Jackman

    Estúdio: DreamWorks Animation

    Distribuidora: Paramount Pictures Brasil

    Elenco

    Amy Sedaris, Antonio Banderas, Billy Bob Thornton, Bob Joles, Chris Miller, Conrad Vernon, Constance Marie, Guillermo del Toro, Jessica Schulte, Latifa Ouaou, Mike Mitchell, Nina Barry, Rich Dietl, Robert Persichetti Jr., Ryan Crego, Salma Hayek, Tom McGrath, Tom Wheeler, Zach Galifianakis

  • Crítica

    06/12/2011 23h00

    A ideia de levar às telas o personagem Gato de Botas em voo solo se mostrou acertada. O carismático gato dublado por Antonio Banderas, que roubou a cena em Shrek 2, é uma bem-vinda adição ao rol das boas animações. O diretor Chris Miller criou um universo particular para o herói felino, completamente diferente da ambientação de Shrek . O resultado é um filme com bom timing cômico, bem escrito e tecnicamente impecável.

    No longa, o gato de ronronar e olhos sedutores divide a cena com seu par romântico, Kitty Pata-Mansa (Salma Hayek), e o velho amigo/inimigo Humpty Dumpty (Zach Galifianakis). Aqui temos um ponto positivo do roteiro de Tom Wheeler, que deu espaço a estes dois coadjuvantes interessantes e não centralizou as atenções no Gato de Botas, uma estratégia inteligente que evitou um possível desgaste do protagonista e suas gags.

    Na primeira parte da animação, o espectador é levado a conhecer a história do destemido personagem desde a infância e de como se tornou um lendário fora da lei, driblando as investidas daqueles que o perseguem com a espada em punho ou, quando a situação fica feia, apelando para sua encantadora expressão de adoráveis olhos grandes para quebrar a resistência dos inimigos. E quem não capitula diante deste olhar?

    Depois do flashback que narra suas origens, o filme volta ao tempo presente no qual uma série de eventos oferece ao felino a chance de se redimir e limpar seu nome, algo que os pais vão gostar como mensagem moral. Para estes, o filme traz umas poucas piadas pontuais, como quando o personagem é preso pela polícia com um frasco de erva do gato e se justifica: “É para meu glaucoma”.

    Gato de Botas é uma aventura agradável, uma deliciosa brincadeira cujo enredo mostra os personagens centrais num esforço para roubar os feijões mágicos do engraçado casal de vilões Jack e Jill e, com eles, chegarem ao Ganso dos Ovos de Ouro.

    O bem-sacado enredo se desenvolve por meio de uma montagem ágil que mantém o ritmo envolvente do começo ao fim da projeção. Chris Miller trabalhou bem a aplicação do 3D, acima de tudo sabendo valorizar a profundidade de campo por meio de uma criteriosa composição de personagens e objetos.

    Gato de Botas nos remete ao humor inteligente do primeiro Shrek. As comparações, no entanto, terminam por aí. O longa não tem nenhuma relação com a famigerada produção que lançou o personagem. Felizmente, caminha por seus próprios pés, calçados em suas indefectíveis botas.

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