GUERRA DOS SEXOS (2011)

GUERRA DOS SEXOS (2011)

(Femmine contro Maschi)

2011 , 112 MIN.

14 anos

Gênero: Comédia

Estréia: 02/12/2011

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Fausto Brizzi

    Equipe técnica

    Roteiro: Fausto Brizzi, Marco Martani, Massimiliano Bruno, Valeria Di Napoli

    Produção: Federica Lucisano, Fulvio Lucisano

    Fotografia: Morena Trevisiol

    Estúdio: Italian International Film, Medusa Film

    Distribuidora: Paris Filmes

    Elenco

    Alessandro Preziosi, Chiara Francini, Claudio Bisio, Emilio Solfrizzi, Fabio De Luigi, Fabrizio Rizzolo, Francesca Inaudi, Giorgia Wurth, Lorenzo Cesari, Luca Canale Brucculeri, Luciana Littizzetto, Massimo Morini, Matteo Urzia, Nancy Brilli, Nicolas Vaporidis, Paola Cortellesi, Paolo Ruffini, Serena Autieri, Wilma DeAngelis

  • Crítica

    29/11/2011 14h00

    Nos filmes, existe aquela antiquíssima situação cômica onde um personagem fala algo do tipo “Isso jamais vai acontecer” e um corte rápido mostra exatamente o contrário. Manjado não? Agora imagine uma comédia que faz isso várias vezes, usando e abusando de uma brincadeira que, além de muito desgastada, está longe de provocar risos. Assim é Guerra dos Sexos, produção italiana que tenta – e apenas tenta - fazer humor sobre diversas situações que regem os relacionamentos amorosos.

    São vários personagens que necessariamente não se cruzam, ou eventualmente apenas se esbarram. Há o treinador de vôlei que faz o possível para ser fiel à esposa, mas é assediado pelos encantos de sua jogadora principal; a cinquentona que busca reencontrar a autoestima perdida após descobrir que é traída pelo marido; o casal de amigos inseparáveis que entra em conflito pelo amor da mesma mulher; o bonitão galinha colecionador de calcinhas que se vê repentinamente impotente. Desejos, culpas, traições, idealizações românticas, machismo, feminismo... Guerra dos Sexos busca discutir um pouco de cada um destes temas com um humor que jamais se concretiza.

    Diálogos fracos, situações pouco ou nada inspiradas, estética preguiçosa e um certo moralismo televisivo fazem do filme uma espécie de “Globochanchada” à italiana. Uma verdadeira heresia à cinematografia de um país que já produziu dezenas de memoráveis comédias erótico-românticas capitaneadas por Mário Monicelli, Ugo Tognazzi, Vittorio Gassmann, Sophia Loren, Adolfo Celli, Lando Buzzanca, Monica Vitti...


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