IRMÃO URSO

IRMÃO URSO

(Brother Bear)

2003 , 85 MIN.

anos

Gênero: Animação

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Aaron Blaise, Robert Walker

    Equipe técnica

    Roteiro: Ron J. Friedman, Steve Bencich

    Produção: Chuck Williams

    Trilha Sonora: Mark Mancina, Phill Collins

    Estúdio: Walt Disney Productions

    Elenco

    Dave Thomas, Jeremy Suarez, Joan Copeland. Na versão dublada, Joaquin Phoenix, Luís Fernando Guimarães, Marco Nanini, Rick Moranis, Selton Mello

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Férias escolares pedem sol, calor, e um desenho da Disney, é claro, porque faturar é preciso. E dentro da linha pouco criativa que a empresa tem apresentado nos últimos anos (exceções feitas quando o trabalho é em conjunto com a fantástica Pixar Animation), os estúdios Disney apresentam mais um desenho igual a tudo o que você já viu antes: Irmão Urso.

    Desta vez, a ação começa com três irmãos índios (ou "nativo-americanos", no dicionário politicamente correto) que festejam o amor, a amizade, a ecologia e suas raízes culturais nos vastos campos abertos do interior dos EUA, séculos atrás. Tudo vai muito bem até o momento em que eles enfrentam um grande urso, e o irmão mais velho sacrifica a própria vida para salvar a do mais novo, Kenai (voz de Joaquin Phoenix nas cópias originais e Selton Mello na versão brasileira). Entristecido e enfurecido, Kenai tenta matar o urso, para vingar a morte do irmão, mas através de uma poderosa força mágica (todo filme de índio tem uma poderosa força mágica) ele próprio é transformado em urso. O resto parece óbvio: em sua nova forma de viver, Kenai é obrigado a ver o outro lado das coisas, a encarar o ponto de vista animal, iniciando assim seu processo de arrependimento, crescimento e todo aquele etcétera típico dos desenhos que pretendem passar uma mensagem edificante.

    Ruim? Não. Apenas igual. Pouco ou nada criativo. Até as canções de Phill Collins parecem ter "sobrado" de Tarzan, outro longa da Disney. Enfim, Big Mac também é um igual ao outro e muita gente gosta. Coisas do cinemão industrial americano feito em larga escala.

    No Brasil as vozes dos alces são de Marco Nanini e Luiz Fernando Guimarães.

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