KILL BILL: VOL. 2

KILL BILL: VOL. 2

(Kill Bill: Vol. 2)

2004 , 134 MIN.

Gênero: Ação

Estréia:

página inicial do filme
  • Ficha técnica

    Direção

    • Quentin Tarantino

    Equipe técnica

    Roteiro: Quentin Tarantino

    Produção: Lawrence Bender

    Fotografia: Robert Richardson

    Trilha Sonora: Lars Ulrich, Robert Rodriguez, RZA

    Estúdio: A Band Apart, Miramax Films, Super Cool ManChu

    Elenco

    Al Manuel Douglas, Bo Svenson, Caitlin Keats, Chia Hui Liu, Christopher Allen Nelson, Citlati Guadalupe Bojorquez, Claire Smithies, Clark Middleton, Daryl Hannah, David Carradine, Graciela Salazar Mendoza, Helen Kim, Jeannie Epper, Jorge Silva, Julie Dreyfus (arquivo de vídeo), Larry Bishop, Laura Cayouette, Lucia Cruz Marroquin, Lucy Liu, Maria de Lourdes Lombera, Maria Del Rosario Gutiérrez, Michael Madsen, Michael Parks, Patricia Silva, Perla Haney-Jardine, Reda Beebe, Samuel L. Jackson, Shana Stein, Sid Haig, Sonia Angelica Padilla Curiel, Stephanie L. Moore, Stevo Polyi, Thea Rose, Uma Thurman, Venessia Valentino, Veronica Janet Martinez, Victoria Lucai, Vivica A. Fox (arquivo de vídeo), William Paul Clark

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Se você gostou de toda a violência de Kill Bill: Vol. 1, com seus jatos de sangue e essa coisa toda, recomendo que vá ver Kill Bill: Vol. 2 esperando por outra coisa. Agora, se a violência do primeiro volume não te agradou muito, esta segunda parte da saga vingativa da Noiva (Uma Thurman) deve agradar mais. Isso por que o diretor Quentin Tarantino pega mais leve na violência para concluir este último volume.

    Em Kill Bill: Vol. 2, a Noiva conta o massacre de El Paso com mais detalhes, onde toda essa história começa. Relembrando: é lá que Bill (David Carradine) e seu exército de matadores elimina todos que participaram do casamento de sua ex-amante, a Noiva (que, desta vez, ganha um nome, o qual, obviamente, não contarei). Nossa anti-heroína continua sua trilha de sangue: do Japão, onde ela terminou a primeira parte de sua vingança ao eliminar O-Ren Ishii (Lucy Liu), ela volta a El Paso, onde reencontra suas últimas vítimas, Budd (Michael Madsen) e Elle Driver (Daryl Hannah). E, por último, Bill. Há também um flashback, no qual Tarantino nos mostra o treinamento da Noiva ao lado do monge chinês Pei Mei (Liu Chia-Hui).

    Como todo mundo sabe, Quentin Tarantino idealizou Kill Bill como um filme só. Ao ver as duas partes da saga, percebemos que a decisão de dividi-la foi sábia, uma vez que, apesar de se tratarem da mesma história - o plano violento de vingança de uma mulher -, os dois volumes têm narrativa completamente diferente. Kill Bill: Vol. 2 tem uma narrativa que, em comparação ao primeiro, valoriza bem menos os elementos visuais - neste caso, as conclusões da história são mais importantes do que o espetáculo visual que vimos no primeiro filme. Cheio de humor (as passagens dos treinamentos da Noiva só não são mais engraçadas porque ela realmente sofreu nas mãos de Pei Mei) e referências que caem mais para o lado dos filmes de faroeste do que de artes marciais, Tarantino abusa das tomadas e trilha sonora típicas do gênero.

    Por trás de tantos elementos aparentemente inovadores (pelo menos em relação ao "cinemão" norte-americano), Kill Bill é uma boa história que parte de um pressuposto simples - a sede de vingança de uma mulher -, desenvolvido de tal forma que renda dois volumes sem ser cansativo ou repetitivo, muito pelo contrário.

Deixe seu comentário
comments powered by Disqus