LÁGRIMAS DO SOL

LÁGRIMAS DO SOL

(Tears of the Sun)

2003 , 120 MIN.

14 anos

Gênero: Ação

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Antoine Fuqua

    Equipe técnica

    Roteiro: Alex Lasker, Patrick Cirillo

    Produção: Arnold Rifkin, Ian Bryce, Mike Lobell

    Fotografia: Mauro Fiore

    Trilha Sonora: Hans Zimmer, Lisa Gerrard

    Estúdio: Cheyenne Enterprises, Michael Lobell Productions, Revolution Studios

    Elenco

    Abraham Nhiany, Akosua Busia, Alice B. Shaw, Allison Dean, Alpha Osman Davis, Antonio Suco, Awaovieyi Agie, Awino Gam, Benjamin Ochieng, Bruce Willis, Carmel Nyirabimana-Izuba, Chad Smith, Charles Ingram, Chinyere A. Joyce, Christiana Obani, Cle Shaheed Sloan, Cole Hauser, Cornelia Hayes O'Herlihy, Eamonn Walker, Elton C. Garner Jr., Esther Quaye, Evelyn Kabba, Fabrice Yahve Habimana Jr., Fatmata Kargbo, Faustino Suco, Fidelis Ezch, Fionnula Flanagan, Floyd W. Vaughn, Fortune Diginee, Frederick Harris Jr., Gabriel Magok, Ganohon Ansansame, George Reid, Gerald Michael Burch, Hadar Busia-Singleton, Haddy Cham, Hannah Koroma, Harry Van Gorkum, Howard Mungo, Ida Onyango, Jewel McDonald, Jimmy Jean-Louis, John Anyak, Johnny Messner, Josanne Hutchinson, Kanayo Chiemelu, Kelani Babatunde, Khady Dieng, Kobby Dankyi, Lahai Fahnbulleh, Malick Bowens, Mariama Cisse, Martha Neavill, Martha Quaye, Michael Clossin, Monica Bellucci, Morris Sesay, Nafisatou Cisse, Nathaniel Nyok, Ngone' Dia, Nick Chinlund, Nkeonye Nwankwo, Ousmane Sall, Paul Francis, Pele Leba Castro, Peter Mensah, Pierrino Mascarino, Randall J. Gillet, Rodney Charles, Sammi Rotibi, Santino Garang, Sarah M. Mansaray, Sophia Mark, Tom Skerritt, William Wood, Yannick Doth

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    É incrível! O cinema americano realmente não se cansa de produzir filmes que defendem a idéia de que eles são o xerife do mundo. Outro exemplo desta safra tipicamente Republicana é Lágrimas do Sol, drama de guerra estrelado por Bruce Willis (não por acaso, assumidamente Republicano).

    A trama é ambientada no recente golpe de estado ocorrido na Nigéria. No filme, o governo dos EUA envia àquele país uma missão capitaneada por Bruce Willis com o objetivo de resgatar uma cientista ítalo-americana (Monica Belucci, de Matrix Reloaded, belíssima) de todo aquele inferno. Impassível, nosso herói se encarrega da missão com obstinação militar. Lá chegando, porém, ele percebe que as coisas não serão nada fáceis, já que a doutora se recusa a deixar a Nigéria sem os nativos que a acompanham e a auxiliam. É montada então uma expedição que sai em busca da fronteira com Camarões, sempre perseguida pelos homens fiéis ao novo regime golpista.

    Em outras palavras, é tiro para todos os lados, e morteiros a dar com pau. Até aí, tudo bem. Afinal, é um filme de guerra. O grande problema de Lágrimas do Sol é a velha propaganda armamentista norte-americana que vive alardeando aos quatro ventos que o mundo é um lugar melhor graças à intervenção militar das tropas de Tio Sam. Coisa mais antiga! O diretor Antoine Fuqua (de Dia de Treinamento) faz o que pode, mas nada ajuda este roteiro capenga que prega abertamente as "maravilhas" da intervenção militar dos EUA nos países dos outros, porque, afinal, tudo é sempre feito em nome da "democracia".

    Lágrimas do Sol só não é pior que Falcão Negro em Perigo, este sim, um clássico imbatível da chatice ultra-direita da era Bush.

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