LIÇÕES DE VIDA

LIÇÕES DE VIDA

(Driving Lessons)

2006 , 98 MIN.

12 anos

Gênero: Comédia Dramática

Estréia: 09/03/2007

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Jeremy Brock

    Equipe técnica

    Roteiro: Jeremy Brock

    Produção: Julia Chasman

    Fotografia: David Katznelson

    Trilha Sonora: Clive Carroll, John Renbourn

    Estúdio: ContentFilm, Rubber Tree Plant, UK Film Council

    Distribuidora: Sony Pictures

    Elenco

    Jacques Kerr, Jim Norton, Julie Walters, Laura Linney, Michelle Duncan, Nicholas Farrell, Oliver Milburn, Rupert Grint, Tamsin Egerton

  • Crítica

    09/03/2007 00h00

    Jeremy Brock, roteirista do premiado O Último Rei da Escócia, estréia na direção cinematográfica com o simples e simpático Lições de Vida, um pequeno drama romântico, humano e bem intencionado, mas que traz pouquíssimos atrativos que motivem alguém a procurar o filme. Motivo: tudo nele tem sabor de déjà vu, da trama edificante à direção saborosamente inglesa, que alterna momentos cômicos e dramáticos.

    Tudo gira em torno do tímido Ben (Rupert Grint, mais conhecido como o amigo ruivo de Harry Potter), rapaz que há 17 anos vive num conservador ambiente familiar tipicamente britânico, castrado pela a mãe dominadora (Laura Linney, de Simplesmente Amor) e incompreendido pelo pai, o vigário local. Tudo muda quando rapaz começa a trabalhar com uma atriz excêntrica e aposentada, Evie (a veterana Julie Walters), uma mulher vibrante e agitada que representa o inverso de tudo o que Ben havia vivenciado até então.

    Para quem vê muitos filmes, o que vem a seguir é totalmente previsível: as duas personalidades distintas se encontram, se percebem complementares e se tornam praticamente inseparáveis. O adolescente e a velha senhora trocam, como diz o titulo, lições de vida, a exemplo do que já foi visto Ensina-me a Viver e em tantos outros filmes parecidos.

    A história é levemente autobiográfica, já que o próprio Brock, quando jovem, também filho de um pastor, trabalhou para a lendária atriz Peggy Ashcroft. Trata-se de um trabalho terno e sincero, mas que deixa na platéia um forte sabor de "acho que já vi este filme antes".

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