LOONEY TUNES: DE VOLTA À AÇÃO

LOONEY TUNES: DE VOLTA À AÇÃO

(Looney Tunes: Back in Action)

2003 , 92 MIN.

anos

Gênero: Aventura

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Joe Dante

    Equipe técnica

    Roteiro: Glenn Ficarra, John Requa, Larry Doyle, Roger S. H. Schulman

    Produção: Allison Abbate, Bernie Goldmann, Christopher DeFaria, Joel Simon, Paula Weinstein

    Fotografia: Dean Cundey

    Trilha Sonora: Jerry Goldsmith

    Estúdio: Warner Bros

    Elenco

    Brendan Fraser, Heather Locklear, Jenna Elfman, Joan Cusack, Steve Martin, Timothy Dalton

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Eles estão de volta. Depois de arrepiar o mundo do basquete em Space Jam, a turma do Pernalonga volta a atacar na tela grande do cinema, em mais uma nova mistura bem-humorada de personagens desenhados com atores de carne e osso. O filme é Looney Tunes de Volta à Ação, com o mesmo pique dos tradicionais desenhos animados que marcaram - e marcam - várias gerações.

    Desta vez, a confusão toda começa quando Kate (Jenna Elfman), uma executiva da Warner, resolve simplesmente demitir o Patolino - o que por si só já é uma crítica contra a nova geração de executivos metidos a mauricinhos de Hollywood, que não têm a sensibilidade cinematográfica dos grandes chefões de décadas passadas. Demitir Patolino? Que idéia desprezível! Sem emprego, o famoso pato pede guarita na casa de D.J. Drake (Brendan Fraser), dublê da Warner que também acaba de ser demitido naquele mesmo dia. Como confusão pouca é bobagem, os dois desempregados descobrem que o famoso ator Damien Drake, pai de D.J., que faz papel de um superagente secreto no cinema, na realidade é um... super agente secreto de verdade. E por aí a história segue - frenética e esquizofrênica como nos antigos desenhos - chegando a envolver até o presidente da poderosa organização ACME (Steve Martin, num figurino que o faz parecido com Elton John).

    Mas a história é o que menos importa em Looney Tunes de Volta à Ação. O que vale mesmo é o humor anárquico e escrachado que o diretor Joe Dante (o mesmo de Gremlins) soube muito bem transpor para a tela grande. Ao ver o filme, faça-o de olhos bem abertos, prestando atenção em todos os detalhes, em cada canto da tela, no segundo plano de ação, enfim, em tudo: há humor em todos os lugares. Com certeza, várias piadas só serão engraçadas para o público adulto, ou mais familiarizados com o cinema (o famoso produtor Roger Corman, por exemplo, faz uma ponta, mas quem o conhece de verdade?). Isso não tira o mérito do filme, já que os desenhos animados seguiam (e ainda seguem), na série Animaniacs, Hysteria e outras, exatamente a mesma proposta. Há situações divertidas para a garotada e referências inteligentes para os adultos. Não é genial, nem exatamente marcante, mas é uma gostosa diversão para todas as idades.

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