MISS SIMPATIA 2 - ARMADA E PODEROSA

MISS SIMPATIA 2 - ARMADA E PODEROSA

(Miss Congeniality 2: Armed and Fabulous)

2005 , 115 MIN.

12 anos

Gênero: Comédia

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • John Pasquin

    Equipe técnica

    Roteiro: Marc Lawrence

    Produção: Marc Lawrence, Sandra Bullock

    Fotografia: Peter Menzies Jr

    Trilha Sonora: Randy Edelman

    Estúdio: Castle Rock Entertainment

    Elenco

    Abraham Benrubi, Diedrich Bader, Enrique Murciano, Heather Burns, Nick Offerman, Regina King, Sandra Bullock, William Shatner

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Um filme que custou US$ 45 milhões e rendeu mais que o dobro desse valor somente nos cinemas norte-americanos é um sucesso incontestável. Como estamos falando de Hollywood, a seqüência é mais do que esperada, mas essa só chega cinco anos depois. Miss Simpatia 2 - Armada e Poderosa traz Sandra Bullock de volta à pele de Gracie Hart, a agente do FBI que, em 2000, se besuntou em cremes, maquiagens e roupas brilhantes para garantir a paz mundial. Ela ainda quer isso que as misses e o presidente dos EUA tanto almejam, mas não precisa mais ganhar um concurso de beleza.

    Meses depois do concurso, Gracie ainda é famosa. Depois de quase botar tudo a perder em uma operação do FBI ao ser reconhecida, ela deve lidar com as piadinhas dos colegas e a transferência de Eric Matthews (seu par romântico no filme anterior) para outro Estado. Portanto, a bela está sozinha e tem dificuldades no trabalho. Nada diferente da agente loser que encontramos no primeiro filme. Assim como em Miss Simpatia, ganha um banho de loja, desta vez por ser escolhida como a "nova cara do FBI". Dez meses depois, Gracie se transforma em uma madame full time.

    Mas pior do que lascar suas unhas é mexer com seus amigos e é isso que uma dupla de bandidos faz ao seqüestrar, em Las Vegas, a Miss EUA, Cheryl (Heather Burns), e o apresentador Stan Fields (William Shatner). A agente logo entra nas investigações do caso com a ajuda da nova parceira machona Sam Fuller (Regina King, de Ray), com quem é obrigada a trabalhar a contragosto.

    Dizem que "em time que está ganhando não se mexe", mas os produtores de Miss Simpatia 2 - Armada e Perigosa exageraram na dose. A estrutura do roteiro é exatamente a mesma, mas algumas situações são capazes de fazer o espectador rir, especialmente quando Gracie e Sam trabalham disfarçadas, seja de velhinha ou de drag queens. A protagonista mostra muito mais seu girl power do que no primeiro filme: apesar de assumir seu lado mulherzinha ao desfilar em saltos e tecidos vaporosos, Gracie não se entrega mais às graças do sexo oposto como no primeiro filme. O lado afetivo da protagonista é deixado de lado para que ela continue velando pela paz mundial.

    Miss Simpatia 2 - Armada e Perigosa não acrescenta absolutamente nada em coisa nenhuma. Nem pretende. No sentido de "diversão cinematográfica acéfala", esta comédia dirigida por John Pasquin (Meu Papai É Noel) é daquelas bobagens das quais esquecemos ao sair da sala de cinema. Daquelas que, às vezes, não fazem mal a ninguém. Especialmente às mulherzinhas como Grace Hart, que entendem como é sério ter uma unha lascada. Pois Miss Simpatia 2 - Armada e Perigosa nada mais é do que a celebração da alma feminina. Nada sério ou com raízes antropológicas, mas divertido.

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