O AMOR CUSTA CARO

O AMOR CUSTA CARO

(Intolerable Cruelty)

2003 , 100 MIN.

12 anos

Gênero: Comédia Romântica

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Joel Coen

    Equipe técnica

    Roteiro: Ethan Coen, Joel Coen, Matthew Stone, Robert Ramsey

    Produção: Brian Grazer, Ethan Coen

    Fotografia: Roger Deakins

    Trilha Sonora: Carter Burwell

    Estúdio: Imagine Entertainment

    Elenco

    Billy Bob Thornton, Catherine Zeta-Jones, Geoffrey Rush, George Clooney, Julia Duffy

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Os irmãos Joel e Ethan Cohen sempre foram considerados "cult". Donos de um estilo irreverente e inovador, eles balançaram algumas estruturas viciadas do cinemão comercial em filmes como Arizona Nunca Mais, Barton Fink - Delírios de Hollywood e mais recentemente O Homem que Não Estava Lá. Agora, eles voltam mordazes e cínicos como sempre (embora um pouco menos inquietos e um pouco mais submissos ao "esquemão") com o divertido O Amor Custa Caro, uma comédia satírica que consumiu respeitáveis US$ 60 milhões em sua produção.

    Em suas primeiras cenas, O Amor Custa Caro parece que vai contar a história de um produtor de televisão traído pela sua jovem esposa. Não vai. Os primeiros minutos apenas jogam a isca para desenvolver uma outra trama, a de Miles Massey (George Clooney) um advogado especialista em divórcios, famoso por jamais perder um caso e por criar um contrato pré-nupcial a prova de fraudes: quem o assina jamais perde a fortuna para nenhum tipo de cônjuge mal-intencionado. Certo dia, Miles conhece Marylin (Catherine Zeta-Jones), uma bela e perigosa mulher por quem ele comete o grande erro de se apaixonar. Definitivamente, Direito e amor não combinam.

    A partir daí, vale lembrar: O Amor Custa Caro em primeiro lugar é um filme. E em segundo lugar tem como tema a advocacia. Ou seja, em ambas as hipóteses, nada é o que parece, e as aparências falam mais alto que a realidade. Prepare-se para curtir um roteiro inteligente e divertido, repleto de opções, criado a dez mãos por escritores de cinema e televisão, incluindo aí os próprios Cohen. Não bastasse o conteúdo - sensivelmente diferenciado da média das comédias que têm estreado por aqui - o filme ainda esbanja charme em sua forma, quer pelas charmosas locações californianas, quer pelo casal central de atores, sem dúvida, de tirar o chapéu.

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