O AMOR PODE DAR CERTO

O AMOR PODE DAR CERTO

(Griffin & Phoenix)

2006 , 101 MIN.

12 anos

Gênero: Romance

Estréia: 11/05/2007

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Ed Stone

    Equipe técnica

    Roteiro: John Hill

    Produção: Amy Israel, Ed Stone, Jason Blum, Paul Brooks, Sidney Kimmel

    Fotografia: David M. Dunlap

    Trilha Sonora: Roger Neill

    Estúdio: Gold Circle Films, Sidney Kimmel Entertainment

    Elenco

    Adam Kulbersh, Adriane Lenox, Alison Elliott, Amanda Peet, Blair Brown, Dermot Mulroney, Jesse Tyler Ferguson, Jonah Meyerson, Lois Smith, Max Morris, Novella Nelson, Omar Scroggins, Sarah Paulson, Simon Jones, Susan Pourfar

  • Crítica

    11/05/2007 00h00

    Exibido no Festival de Toronto, mas sem lançamento comercial nos cinemas dos EUA, o romance O Amor Pode Dar Certo chega ao circuito brasileiro com cara e jeitão de filme feito para a TV.

    O Amor Pode Dar Certo não perde tempo com introduções e logo em sua primeira cena entra direto no assunto: o protagonista quarentão Griffin (Dermot Mulroney, de O Casamento do Meu Melhor Amigo) descobre que tem um câncer em estágio terminal. Após um breve instante de perplexidade, ele decide não contar a notícia para ninguém e viver seus últimos momentos com alegria e dignidade, na medida do possível. Griffin conhece a bela Sarah Phoenix (Amanda Peet, de Syriana - A Indústria do Petróleo), se apaixona por ela e passa a viver um dilema - literalmente - de vida ou morte: ele teria o direito de entrar na vida de uma pessoa, mesmo sabendo que a morte está próxima? Por outro lado, Sarah também tem algo a esconder, o que não deve ser dito aqui para não estragar a história.

    O Amor Pode Dar Certo é um remake de Griffin and Phoenix: A Love Story, filme feito para a TV protagonizado por Peter Falk e Jill Clayburgh em 1976. Na época, na esteira do grande sucesso Love Story (1970), talvez o filme se justificasse, mas hoje soa redundante e, até certo ponto, ingênuo recontar a mesma história novamente. Mesmo porque o estreante diretor Ed Stone realiza um trabalho morno e sem atrativos. Percebe-se que Stone sempre busca algum "grande momento espetacular" para sua obra, mas, pouco inspirado, o filme é cheio de boas intenções que se perdem pelo caminho.

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