O DIÁRIO DE BRIDGET JONES

O DIÁRIO DE BRIDGET JONES

(Bridget Jones' Diary)

2001 , 97 MIN.

12 anos

Gênero: Comédia Romântica

Estréia:

página inicial do filme
  • Ficha técnica

    Direção

    • Sharon Maguire

    Equipe técnica

    Roteiro: Andrew Davies, Helen Fielding, Richard Curtis

    Produção: Eric Fellner, Jonathan Cavendish, Tim Bevan

    Fotografia: Stuart Dryburgh

    Trilha Sonora: Patrick Doyle

    Estúdio: Miramax Films, Universal Pictures, Working Title

    Distribuidora: Universal

    Elenco

    Colin Firth, Embeth Davidtz, Gemma Jones, Hugh Grant, James Callis, Jim Broadbent, Renée Zellweger, Sally Phillips, Shirley Henderson

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Quem nunca passou por isso? Ver o réveillon se aproximar e fazer uma lista de “resoluções de Ano Novo”, geralmente abandonada antes do início de fevereiro. A situação foi contada com muito bom humor no livro de Helen Fielding, O Diário de Bridget Jones, que agora se transforma em filme pelas mãos da diretora estreante Sharon Maguire. O livro é um grande sucesso, com mais de 4 milhões de cópias vendidas em todo mundo. O filme é divertido, sarcástico e inteligente. Certamente não será um blockbuster como o livro, mas merece ser conferido.

    A personagem Brigdet Jones (vivida por Renée Zellweger, de Jerry Maguire e Eu, Eu Mesmo & Irene) é uma mulher de classe média, descontente com os rumos tomados pela sua vida. Acima do peso, fumando demais e amando de menos, Bridget resolve virar a mesa do próprio destino. E para que esta nova fase seja devidamente registrada, ela decide anotar todos os passos num diário íntimo. Ao mesmo tempo, recebe o assédio de seu mulherengo patrão Daniel (Hugh Grant, fazendo seu tradicional papel de... Hugh Grant) e pensa: por que não ?

    Co-produzido por França, Inglaterra e Estados Unidos, O Diário de Bridget Jones mergulha no universo feminino contemporâneo com muito bom humor. Não é uma comédia de gargalhadas, mas sim de sorrisos irônicos. O que nem poderia ser diferente, já que o texto é eminentemente britânico. O molho inglês ainda recebe o tempero adicional de praticamente a mesma equipe que roteirizou e produziu sucessos como Quatro Casamentos e um Funeral e Um Lugar Chamado Notting Hill.

    O público inglês, por sinal, temia que um de seus livros mais importantes fosse adaptado para o cinema tendo uma atriz norte-americana (pior, texana) no papel principal, mas a ótima interpretação de Renée acabou cativando os súditos da Rainha. Renée engordou dez quilos para o papel, morou um tempo na Inglaterra para estudar o sotaque inglês e encarnou com muito talento o papel-título do filme.

    Talento, aliás, que poderá ser novamente conferido no Brasil a partir de 14 de setembro, quando estréia outra comédia protagonizada por Renée: o divertido A Enfermeira Betty.

    15 de agosto de 2001
    ____________________________________________
    Celso Sabadin é jornalista e crítico de cinema da Rede Bandeirantes de Televisão, Canal 21, Band News e Rádio CBN. Às sextas-feiras, é colunista do Cineclick. [email protected]

Deixe seu comentário
comments powered by Disqus