O ESCORPIÃO REI

O ESCORPIÃO REI

(The Scorpion King)

2002 , 92 MIN.

92 anos

Gênero: Aventura

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Chuck Russell

    Equipe técnica

    Roteiro: Jonathan Hales, Stephen Sommers, William Osborne

    Produção: James Jacks, Linda McMahon, Sean Daniel, Stephen Sommers, Vince McMahon

    Fotografia: Darren Michaels

    Trilha Sonora: John Debney

    Estúdio: Universal Pictures

    Elenco

    Andrei Sterling, Bernard Hill, Dwayne Johnson, Grant Heslov, Kelly Hu, Michael Clarke Duncan, Peter Facinelli, Ralph Moeller, Scott L. Schwartz, Sherri Howard, Sole Alberti, Steven Brand, Summer Altice, The Rock

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    O personagem O Escorpião Rei, coadjuvante em O Retorno da Múmia, ganhou um filme só para ele. Mas não se trata de uma continuação da saga estrelada por Brendan Fraser, que sequer aparece nesta nova produção. Pelo contrário, O Escorpião Rei é uma espécie de prólogo que explica os fatos que levaram o grandalhão guerreiro Matthayus ao posto de Rei, muito antes de qualquer explorador ocidental pisar no Egito.

    A história, basicamente, não existe. O que não chega a ser exatamente uma surpresa para um filme que tem como ator principal o hexa-campeão mundial de "Wrestling" (no Brasil, a popular Luta Livre) Dwayne Johnson, codinome The Rock. Há apenas uma tênue linha de roteiro: Matthayus (The Rock) sai à procura do tirano Memnon (Steven Brand) para vingar a morte de seu irmão. Pelo caminho, ele arregimenta dois importantes aliados: a bela feiticeira Cassandra (a havaiana Kelly Hui) e o grandalhão guerreiro Balthazar (Michael Clarke Duncan, de À Espera de um Milagre). O resto é uma sucessão de correrias, pancadaria e destruição que mais parece um videogame que propriamente uma obra cinematográfica.

    Dirigido por Chuck Russel (o mesmo de O Máskara), O Escorpião Rei tem pelo menos a vantagem de não se levar a sério. Assumidamente, o filme é apenas uma grandiosa diversão de US$ 60 milhões de orçamento, na linha do antigo Conan, o Bárbaro. Ou dos (mais antigos ainda) filmes épicos de baixo orçamento que a Itália produzia nos anos 50 e 60.

    Levar pipoca é fundamental.

    22 de abril de 2002
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    Celso Sabadin é jornalista e crítico de cinema da Rádio CBN. Às sextas-feiras, é colunista do Cineclick. [email protected]

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