O GOLFINHO: A HISTÓRIA DE UM SONHADOR

O GOLFINHO: A HISTÓRIA DE UM SONHADOR

(El Delfin: La Historia de un Soñador)

2009 , 86 MIN.

Gênero: Animação

Estréia: 09/10/2009

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Eduardo Schuldt

    Equipe técnica

    Roteiro: Judy Kellem, Michael Wogh, Sergio Bambaren

    Produção: Eduardo Schuldt

    Estúdio: DDG, Dolphin-Films, Passworld Unipersonale

    Distribuidora: Fox Film

  • Crítica

    08/10/2009 16h17

    Terceiro longa-metragem de animação dirigido pelo peruano Eduardo Schuldt (Piratas en el Callao), O Golfinho: A História de um Sonhador representa um país de pouca tradição na realização do gênero, o Peru (com coprodução de Itália e Alemanha). Os personagens carismáticos e os cenários coloridos são elementos capazes de conquistar o público infantil. O que não significa, necessariamente, que o acompanhante adulto terá uma experiência prazerosa no cinema, pelo contrário.

    Dublado na versão brasileira pelo ator e apresentador Marcos Mion, o protagonista é Daniel Alexandre Golfinho, um animal que passa o filme inteiro perseguindo o sonho de pegar a onda perfeita. Insatisfeito com a vida restrita e focada na pesca que leva na lagoa onde cresceu, o golfinho desbrava o oceano na perseguição de seu sonho, sem deixar de encontrar amigos e perigos em sua busca.

    E, basicamente, é isso que acontece em O Golfinho: A História de um Sonhador. Baseado em best seller que vendeu mais de 14 milhões de cópias ao redor do planeta, escrito por Sergio Bambarén – também produtor da animação -, o longa é conduzido por uma inocência irritante. Redundante, repete o tempo todo na lição que quer passar: a de que o espectador deve seguir seu sonho, como o protagonista.

    A trilha sonora também é redundante e a saturação de sons – música, barulhos do mar e os próprios diálogos – irrita os ouvidos mais sensíveis, bem como Mion imitando uma criança (é exatamente essa a impressão que se tem com a dublagem). Normalmente, os adultos são os que mais sofrem com essas escolhas.

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