O GRILO FELIZ E OS INSETOS GIGANTES

O GRILO FELIZ E OS INSETOS GIGANTES

(O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes)

2008 , 86 MIN.

Gênero: Animação

Estréia: 09/01/2009

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Rafael Ribas, Walbercy Ribas

    Equipe técnica

    Roteiro: Walbercy Ribas

    Produção: Juliana Ribas

    Trilha Sonora: Ruriá Duprat

    Estúdio: Start Anima

  • Crítica

    09/01/2009 00h00

    O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes é a continuação do bem-humorado longa-metragem lançado em 2001 pelo diretor Walbercy Ribas, que assina o novo filme em parceria com seu filho, Rafael. Assim como na primeira animação, o herói, um grilo cantante, tem de enfrentar um desafio e vai contar com a ajuda dos amigos, e até mesmo dos inimigos, para superá-lo.

    Um alerta: não é uma animação que vai encantar mais os adultos que as crianças. O que não significa, de maneira alguma, que o longa seja ruim, pelo contrário. Com desenhos benfeitos, enquadramentos e movimentos dinâmicos dos personagens, o filme, realizado em computação gráfica, aposta no público infantil com mensagens claras, sem perder seu contato com a realidade.

    Depois de contar com a ajuda de seus amigos Bituquinho e Rafael para derrotar o vilão Maledeto e libertar a Estrela Linda no primeiro filme, o Grilo Feliz tem um novo objetivo: gravar um CD. O sonho é o mesmo para os sapos rappers que vivem nas palafitas e fazem um som bem diferente do comportado inseto. Porém, como se trata de Brasil, ambos são atingidos pelo mesmo problema: a pirataria.

    Deixando claro que o importante é a amizade, ambos se unem. A pirataria que atinge as duas turmas é apenas o início do fio da meada que vai conduzir a turma a enfrentar o real desafio: a maldosa Trambika e seus planos de explorar as crianças.

    Assim como os bons filmes infantis, O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes tem boas sequências de aventuras para prender a atenção dos "pequerruchos". Justamente elas que fazem o filme engrenar após um início levemente sonolento devido à apresentação dos personagens. Para o público infantil, cenários coloridos e lições de moral explícitas; aos mais velhos, sobram ironia e crítica à realidade brasileira, como a pirataria, tráfico de animas e exploração da mão de obra infantil.

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