O JOGO DOS ESPÍRITOS

O JOGO DOS ESPÍRITOS

(Long Time Dead)

2002 , 94 MIN.

Gênero: Terror

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Marcus Adams

    Equipe técnica

    Roteiro: Andy Day, Chris Baker, Daniel Bronzite, Eitan Arrusi

    Produção: James Gay-Rees

    Fotografia: Nic Morris

    Trilha Sonora: Don Davis

    Estúdio: Universal Focus

    Elenco

    Joe Absolom, Lara Belmont, Lukas Haas, Melanie Gutteridge

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Tudo bem que exista uma safra de filmes de terror especialmente feita para um público adolescente pouco exigente. Tudo bem que estes filmes sigam uma fórmula pré-determinada trazendo muito sangue, pouca novidade e nenhum conteúdo. Tudo isso faz parte da indústria cinematográfica. Porém, tudo tem limite. E o filme O Jogo dos Espíritos ultrapassa todos os limites quando o assunto é falta de qualidade.

    A quase inexistente linha de enredo começa quando um grupo de jovens resolve brincar com uma tábua de Ouija, no Brasil conhecida como «brincadeira do copo». Trata-se teoricamente de uma sessão espírita em que as almas desencarnadas se comunicam com os mortais por meio de um copo que passeia pelas letras do alfabeto, compondo as mensagens. No filme, os jovens libertam um espírito assassino que, obviamente, começa a matar violentamente cada um dos participantes da macabra brincadeira. E ponto final. Tudo sem emoção, sem vibração, totalmente previsível (inclusive com o «mistério» sendo solucionado muito antes do final do filme), gratuito e completamente desinteressante.

    Triste estréia do roteirista e diretor Marcus Adams.

    1º de julho de 2002
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    Celso Sabadin é jornalista e crítico de cinema da Rádio CBN. Às sextas-feiras, é colunista do Cineclick. [email protected]

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