Poster do filme O Protetor 2

O PROTETOR 2

(The Equalizer 2)

2018 , 121 MIN.

16 anos

Gênero: Ação

Estréia: 16/08/2018

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Antoine Fuqua

    Equipe técnica

    Roteiro: Michael Sloane, Richard Lindheim, Richard Wenk

    Produção: Alex Siskin, Denzel Washington, Jason Blumenthal, Mace Neufeld, Steve Tisch, Todd Black, Tony Eldridge

    Fotografia: Oliver Wood

    Trilha Sonora: Harry Gregson-Williams

    Estúdio: Columbia Pictures, Escape Artists, Fuqua Films, Lonetree Entertainment, Mace Neufeld Productions, Sony Pictures Entertainment (SPE)

    Montador: Conrad Buff IV

    Distribuidora: Sony Pictures

    Elenco

    Abigail Marlowe, Alexa Giuffre, Alin Halajian, Andrei Arlovski, Annie Pisapia, Ashton Sanders, Bill Pullman, Caroline Day, Denzel Washington, Donald Cerrone, Enku Gubaie, Eric Ian, Heidi Garrow, Jay Hieron, Jonathan Scarfe, Karen Strong, Lexie Roth, Melissa Leo, Patty O'Neil, Pedro Pascal, Sakina Jaffrey, Tamara Hickey

  • Crítica

    10/08/2018 18h32

    Por Daniel Reininger

    O Protetor, lançado em 2014 por Antoine Fuqua, é um baita filme de ação e seu Robert McCall, interpretado por Denzel Washington, é um vigilante implacável com carisma suficiente para nos fazer querer vê-lo muito mais (mesmo quando ele mata seus alvos a sangue frio). Por isso, nada mais justo do que o longa ganhar uma sequência, agora com foco no drama pessoal desse homem, em como ele toca a vida das pessoas à sua volta e como elas afetam sua própria.

    McCall trabalha como motorista de aplicativo e tem uma vida aparentemente normal, mas ele tem um segredo: é um violento paladino da justiça que não dá chance para os vilões. Em outras palavras, ele é essencialmente um super-herói dos quadrinhos e, se esse filme se chamasse Justiceiro e fosse produzido pela Marvel, ninguém estranharia ¬– tamanha a semelhança de atitude entre os personagens.

    Essa é a primeira vez que Washington reprisa um personagem e a primeira de Fuqua na direção de uma sequência. A razão do retorno é muito simples: esse protagonista é fodão demais para ser esquecido e não é todo dia que um personagem violento e cheio de carisma (além de emoção) cai no colo de um ator e de um cineasta. É preciso aproveitar.

    O longa contém alguns momentos incríveis de ação e um baita discurso social relevante. Quando ele não está quebrando a cara de criminosos de colarinho branco, ele salva alguns garotos das drogas e dá lição para outros. Aliás, uma cena em que McCall ajuda um garoto artista envolvido com gangues é de arrepiar. Baita atuação de Denzel.

    Apesar disso, o longa se perde um pouco. O enredo é muito abrangente e os personagens somem por grandes períodos. Seria melhor se o foco fosse apenas a vida do protagonista ou a investigação de um assassinato, mas o filme tenta abraçar de tudo um pouco, e ainda fecha com final de filme de super-herói. Pretensioso demais. O resultado é que o cansaço chega mais cedo do que gostaríamos e a duração parece um pouco mais longa do que deveria. O fato de o longa desperdiçar talentos (como Bill Pullman) com personagens que mal aparecem e de amenizar a violência brutal com uma narrativa tão convencional também não ajuda.

    Para completar, o vilão, cuja identidade é revelada numa reviravolta previsível, é irritantemente genérico. Seus diálogos são aleatórios e sua motivação é....existe uma motivação? Pois é. Além disso, o ator que o interpreta erra no tom e não parece ser tão mau quanto seus atos dão a entender, mas apenas uma pessoa chata e sem graça com raivinha do mundo.

    O que realmente faz o filme valer a pena, mesmo com alguns pontos fracos, é Denzel. Ele e Antoine Fuqua criaram um personagem único, um vigilante com um coração de ouro, dominado pelas emoções e com um senso de justiça invejável. Que venha O Protetor 3. (Eu, pelo menos, adoraria ver mais uma história com esse justiceiro badass.

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