O RETORNO DA MÚMIA

O RETORNO DA MÚMIA

(The Mummy Returns)

2001 , 130 MIN.

Gênero: Aventura

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Stephen Sommers

    Equipe técnica

    Roteiro: Stephen Sommers

    Produção: James Jacks, Sean Daniel

    Fotografia: Adrian Biddle

    Trilha Sonora: Alan Silvestri

    Estúdio: Universal

    Distribuidora: UIP

    Elenco

    Arnold Vosloo, Brendan Fraser, Donna Air, John Hannah, Patricia Velasquez, Rachel Weisz, The Rock

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Faça as contas: a aventura A Múmia, estrelada por Brendan Fraser e lançada em 1999, faturou US$ 155 milhões em cinco meses de exibição, nas bilheterias norte-americanas. Sua continuação, O Retorno da Múmia (que estréia neste fim de semana no Brasil) já faturou US$ 118 milhões apenas nas primeiras duas semanas. Ou seja, cheiro de sucesso estrondoso no ar! E um sucesso merecido. Contrariando as regras básicas de Hollywood, aqui, a continuação é melhor que o original. Não exatamente pela história, mas pelo incrível e frenético ritmo de aventura e ação que o filme contém.

    Entrar em um cinema que esteja passando O Retorno da Múmia é como entrar numa montanha russa. Com uma grande diferença: as emoções das montanhas russas duram poucos segundos, enquanto o filme consegue sustentar seu ritmo alucinante por duas horas e dez minutos de projeção.

    Neste segundo episódio, o herói Rick O´Connel (Brendan Fraser, ótimo) já está casado com a heroína Evelyn (Rachel Weisz), que ele havia conhecido no primeiro filme. Ambos têm um filho, o esperto Alex (Freddie Boath, numa promissora estréia). Aqui, porém, herói casado não significa herói acomodado. Muito pelo contrário: a pequena família multiplica por três as doses de correria e adrenalina do primeiro filme, envolvendo-se nas mais impensadas confusões. Tudo começa quando Alex coloca no próprio braço um amuleto sagrado que tem o poder de guiá-lo até uma misteriosa pirâmide de ouro. A partir daí tem início uma trama alucinante que envolve lendas egípcias, misticismo, deuses ressuscitados, exércitos ferozes, fugas impossíveis, correria desenfreada e toneladas de efeitos especiais (nem todos eles perfeitos, é bom quem se diga).

    Tudo sob o comando do diretor e roteirista Stephen Sommers, que depois de ter dirigido uma imensa bobagem chamada Tentáculos, em 1998, parecia não ter muito futuro no cinema. Grande engano! Após os dois sucessos das suas “Múmias”, Sommers prepara agora o terceiro longa da franquia que vai se chamar O Rei Escorpião.

    Que Anúbis esteja com ele!

    17 de maio de 2001
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    Celso Sabadin é jornalista e crítico de cinema da Rede Bandeirantes de Televisão, Canal 21, Band News e Rádio CBN. Às sextas-feiras, é colunista do Cineclick. [email protected]

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