O SIGNO DA CIDADE

O SIGNO DA CIDADE

(O Signo da Cidade)

2007 , 95 MIN.

16 anos

Gênero: Drama

Estréia: 25/01/2008

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Carlos Alberto Riccelli

    Equipe técnica

    Roteiro: Bruna Lombardi

    Produção: Bruna Lombardi, Carlos Alberto Riccelli

    Fotografia: Marcelo Trotta

    Trilha Sonora: Sérgio Bártolo, Zé Godoy

    Estúdio: Globo Filmes

    Elenco

    Bethito Tavares, Bruna Lombardi, Graziella Moretto, Juca de Oliveira, Laís Marques, Luis Miranda, Malvino Salvador, Marcelo Lazzaratto, Rogério Brito, Sidney Santiago, Thiago Pinheiro

  • Crítica

    25/01/2008 00h00

    Este é o segundo longa dirigido pelo ator Carlos Alberto Riccelli (o primeiro foi Stress, Orgasms and Salvation - S.O.S.). Este longa também representa o segundo roteiro de Bruna Lombardi, que estreou nesta função ao lado do marido no filme de 2005. Ela é a protagonista deste filme interpretando Teca, uma astróloga que atende em sua casa e apresenta um programa noturno no rádio, onde aconselha os ouvintes que telefonam para a produção em busca de soluções para seus problemas.

    Ela é o elo de ligação entre todos os personagens de O Signo da Cidade, que vagueiam por São Paulo em busca de forma de saírem de suas realidades trágicas, medíocres e muitas vezes sem muito sentido ou perspectiva. São muitos os personagens ligados pela astróloga que, aos poucos, começa a sentir cada vez mais forte o peso de carregar os problemas dos outros desde que se entende por gente, sem ao menos conseguir resolveu seus próprios percalços sozinha.

    O roteiro de O Signo da Cidade é capaz de se resolver, o que é louvável, especialmente quando se trata de uma produção tão repleta de personagens. A complexidade que a história atinge é bem resolvida pela forma como eles se encontram no filme. No enquanto, o texto é baseado em clichês. São frases permeadas por ditos populares e lugares-comuns que não surpreendem, muito menos envolvem o espectador. As resoluções de tantas histórias são feitas de maneira simples e previsíveis demais.

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