PERIGO EM BANGKOK

PERIGO EM BANGKOK

(Bangkok Dangerous)

2008 , 100 MIN.

16 anos

Gênero: Ação

Estréia: 12/09/2008

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Danny Pang, Oxide Pang Chun

    Equipe técnica

    Roteiro: Jason Richman

    Produção: Graham King, Jason Shuman, Nicolas Cage, Norman Golightly, William Sherak

    Fotografia: Decha Srimantra

    Trilha Sonora: Brian Tyler

    Estúdio: Blue Star Pictures

    Elenco

    Charlie Yeung, James With, Nicolas Cage, Panward Hemmanee, Philip Waley, Shahkrit Yamnarm

  • Crítica

    12/09/2008 00h00

    Essa história de "importar" cineastas orientais para atuarem no cinema norte-americano nem sempre dá certo. Os badalados irmãos Oxide Pang Chun e Danny Pang, que faziam sucesso dirigindo filmes em Hong Kong e Tailândia, se deram mal em Hollywood quando aceitaram a direção de Os Mensageiros, em 2007. O filme, dos mais sem inspiração, estreou em escandalosas 2.500 salas e faturou suados US$ 35 milhões, mal pagando seus custos.

    Agora, eles repetem a dose em mais uma produção norte-americana: Perigo em Bangkok, com Nicolas Cage no papel principal. Trata-se da refilmagem de uma produção tailandesa que os próprios irmãos Pang realizaram em 1999. Aqui, Cage é Joe, um assassino profissional dos mais competentes, precisos e eficientes. Mas que paga o caro preço da solidão pela "profissão" que decidiu seguir.

    Durante uma missão em Bangkok, Joe acaba contratando Kong (Shahkrit Yamnarm), um malandro de rua, para auxiliá-lo. E começa assim a quebrar as rígidas regras profissionais que ele impõe a si próprio desde as suas primeiras missões. Entre elas, a de atuar sozinho, e a de jamais se envolver emocionalmente com pessoas que não sejam do seu "serviço".

    O que se vê a seguir é uma inacreditável sucessão de clichês já vistos e repisados em dezenas de outros filmes do gênero. Da crise existencial de um assassino profissional, a cenas de ação que parecem ter saído de algum fornecedor de imagens prontas (stock shot), de tão iguais e sem criatividade que são.

    Até os pouco exigentes norte-americanos rejeitaram o filme, que custou estimados US$ 40 milhões, e faturou pouco menos de US$ 8 milhões em seu final de semana de estréia nos EUA.

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