Pôster de Projeto Gemini

PROJETO GEMINI

(Gemini Man)

2019 , 117 MIN.

14 anos

Gênero: Ficção Científica

Estréia: 10/10/2019

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Ang Lee

    Equipe técnica

    Roteiro: Andrew Niccol, Billy Ray, Christopher Wilkinson, Darren Lemke, David Benioff, Jonathan Hensleigh, Stephen J. Rivele

    Produção: Dana Goldberg, David Ellison, Don Granger, Jerry Bruckheimer

    Fotografia: Dion Beebe

    Trilha Sonora: Lorne Balfe

    Estúdio: Jerry Bruckheimer Films, Skydance Media

    Montador: Tim Squyres

    Distribuidora: Paramount Pictures Brasil

    Elenco

    Alexandra Szucs, Benedict Wong, Björn Freiberg, Chris Goad, Christopher T. Elliott, Clive Owen, Daniel Salyers, David Shae, Fernanda Dorogi, Hannah Pniewski, Justin James Boykin, Kenny Sheard, Linda Emond, Mary Elizabeth Winstead, Ralph Brown, Shiquita James, Theodora Miranne, Tim Connolly, Tony Scott, Will Smith

  • Crítica

    09/10/2019 12h24

    Por Daniel Reininger

    Projeto Gemini é um conto clássico do bem contra o mal que se leva a sério de forma exagerada e depende demais do protagonista Will Smith (Depois Da Terra). O filme de Ang Lee ( As Aventuras De Pi) chama atenção pela temática, publicidade em cima da tecnologia e, de fato, tem momentos interessantes, mas a verdade é que o roteiro fraco e os diálogos sem profundidade fazem dessa obra algo totalmente genérico.

    Henry Brogan (Will Smith) é o melhor atirador de elite do mundo, mas está ficando velho e decide se aposentar aos 51 anos. E por uma série de eventos não relacionados e sem sentido, o assassino acaba descobrindo que seu último alvo não era um terrorista e isso faz com que seus chefes decidam matá-lo, com a ajuda da Gemini, empresa de defesa particular que também cria clones. E adivinha de quem é o clone mais avançado do grupo? Sim, a versão 28 anos mais jovem do protagonista.

    O longa oferece a chance de testemunhar um astro (Will Smith) enfrentar uma versão mais jovem de si gerada por computador com tecnologia de ponta. O problema é que na realidade o filme é muito fraco, com roteiro previsível e sem graça.

    Esses fatos explicam porque o projeto demorou anos para sair do papel e o motivo do protagonista ter passado pelas mãos de tantos atores, enquanto a justificativa para os adiamentos sempre recaia na tecnologia, o que agora parece mesmo uma desculpa esfarrapada agora que o filme chegou.

    Curiosamente, a tecnologia aqui não ajuda tanto quanto Lee imaginou que ajudaria. A taxa de quadros a 60 frames por segundo, o dobro do habitual, elimina aquele ar de cinema e o substitui pela nitidez irritante de aparelhos de TV de alta definição. O resultado é uma hiper-realidade, que nos faz perceber falhas em cada detalhe dos figurinos, cenários, maquiagem e causa uma estranheza difícil de explicar. Sem falar que faz a cenas filmadas em tela verde parecerem fora de sincronia.

    No fim, a inovação 3D e de captação atrapalham, ao contrário de, por exemplo, Avatar, que embora tenha uma história simples também, é realmente um marco tecnológico lindo de se ver.

    Tudo isso tira a atenção do protagonista e da história, o que só aprofunda os problemas, tendo em vista a qualidade do roteiro. O texto contém inúmeras conclusões preguiçosas, saltos de lógica inexplicáveis, coincidências e situações embaraçosas. Além de um vilão caricato interpretado por Clive Owen (Rei Arthur), um protagonista sem carisma e coadjuvantes interessantes, mas sem espaço para desenvolvimento.

    Existem bons momentos, claro, como uma perseguição em Cartagena, Colombia, e uma luta com direito a discussão filosófica (mesmo que rasa) nas catacumbas de Budapeste e, graças a esses dois momentos, a ida ao cinema não é totalmente desperdiçada.

    Na realidade, minha expectativa para esse filme estava muito, muito baixa e, pelos trailers, acreditava se tratar de uma bomba. Para minha surpresa, é só um filme genérico que será esquecido em questão de dias, mas certamente não é tão fraco quanto eu esperava. O que já é algo. Dito isso, a sensação de potencial desperdiçado é gigantesca.

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