ROMULUS, MEU PAI

ROMULUS, MEU PAI

(Romulus, My Father)

2007 , 109 MIN.

12 anos

Gênero: Drama

Estréia: 20/06/2008

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Richard Roxburgh

    Equipe técnica

    Roteiro: Nick Drake

    Produção: John Maynard, Robert Connolly

    Fotografia: Geoffrey Simpson

    Trilha Sonora: Basil Hogios

    Estúdio: Arenafilm

    Elenco

    Eric Bana, Franka Potente, Kodi Smit-McPhee, Marton Csokas

  • Crítica

    20/06/2008 00h00

    Baseado nas memórias do filósofo Raymond Gaita, Romulus, Meu Pai é a estréia do ator Richard Roxburgh (Moulin Rouge - Amor em Vermelho) na direção de um longa-metragem após sete anos produzindo este longa. O filme é focado em alguns anos da complicada infância de Gaita, interpretado pelo encantador Kodi Smit-McPhee, premiado pelo Australian Film Institute - principal premiação do cinema australiano - pela atuação neste drama.

    Como o título já evidencia, Romulus, Meu Pai enfatiza a relação do pequeno Raymond com o pai, vivido por Eric Bana. Ambos os homens da família Gaita são expostos a situações complicadas por conta do temperamento problemático da mãe, Christina (Franka Potente). O conturbado relacionamento tanto de Romulus com a esposa quanto dela com o filho ditam os acontecimentos do filme.

    Romulus, Meu Pai é um longa bonito, graças à fotografia - que valoriza a majoritariamente a aridez do campo australiano, onde os personagens vivem - e às atuações, mas tem um quê de insosso, arrastado. Os acontecimentos narrados no filme em nada apontam para uma possível construção de caráter de Gaita a ponto de definir seu trabalho com filósofo. E, se isso existe, não está claramente apontado no longa, o que seria interessante de ser abordado. De qualquer forma, não é esse o objetivo, mas sim aprofundar-se mais nas memórias infantis do filósofo. Romulus, Meu Pai não é um completo desastre, mas dificilmente despertará grandes paixões.

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