SCAR 3D - A MARCA DO MAL

SCAR 3D - A MARCA DO MAL

(Scar 3D)

2008 , 90 MIN.

18 anos

Gênero: Terror

Estréia: 20/11/2008

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Jed Weintrob

    Equipe técnica

    Roteiro: Zack Ford

    Produção: Courtney Potts, Jamie Gordon, Norman Twain

    Fotografia: Toshiaki Ozawa

    Trilha Sonora: Atisushi Murakami

    Elenco

    Angela Bettis, Devon Graye, Kirby Bliss Blanton

  • Crítica

    20/11/2008 00h00

    Scar 3D - A Marca do Mal é lançado sob o signo de ser "o primeiro filme de terror produzido em 3D". Vale lembrar que tecnologia está longe de ser sinônimo de qualidade cinematográfica, assim como esta produção, que está longe de ser um bom filme.

    A primeira cena acompanha Joan (Angela Bettis), uma jovem que, enquanto pratica sua corrida matinal, tem alguns relances de um passado sangrento, revelado aos poucos por meio de flashbacks. Aos 17 anos, em 1991, ela e a melhor amiga foram atraídas pelo charmoso agente funerário Bishop (Ben Cotton) ao seu jogo sangrento, envolvendo torturas. Joan, diferentemente da amiga, conseguiu escapar com vida do porão do psicopata, sem sair, no entanto, ilesa após passar por esse episódio traumático. Mais de 15 anos depois, ela volta à cidade de onde saiu após tamanho trauma. O retorno não é nada agradável e a história parece se repetir no círculo de amizades de sua sobrinha, Olympia (Kirby Bliss Blanton).

    O fato de Scar 3D - A Marca do Mal ter sido produzido para ser exibido em terceira dimensão não faz diferença alguma. Aliás, não vale a pena o incômodo de usar um óculos pesado e desconfortável durante quase uma hora e meia. O fato é que a tecnologia ainda não funciona 100% bem em imagens filmadas, ficando melhor em animações. Se é um filme como este, então, melhor nem se deslocar de sua casa.

    O longa é em 3D, mas a tecnologia não contribui em nada para os sustos ou mesmo para que as cenas tenham mais impacto junto à platéia. Nem parece ser um longa produzido para ser exibido em 3D, como é vendido. A história é batida, os personagens são rasos, os sustos são fáceis - quando assustam - e o roteiro é tão previsível quanto qualquer filme de suspense que passa sábado à noite na TV.

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