SCOOP - O GRANDE FURO

SCOOP - O GRANDE FURO

(Scoop)

2006 , 98 MIN.

12 anos

Gênero: Comédia

Estréia: 16/03/2007

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Woody Allen

    Equipe técnica

    Roteiro: Woody Allen

    Produção: Gareth Wiley, Letty Aronson

    Fotografia: Remi Adefarasin

    Estúdio: BBC Films

    Elenco

    Alexander Armstrong, Anthony Head, Anthony O'Donnell, Caroline Blakiston, Charles Dance, Hugh Jackman, Ian McShane, Jeffrey Wickham, John Light, John Standing, Julia Deakin, Julian Glover, Kevin McNally, Lynda Baron, Margaret Tyzack, Meg Wynn Owen, Moya Brady, Paula Wilcox, Phil Cornwell, Richard Johnson, Romola Garai, Rosie Cavaliero, Sanjeev Bhaskar, Scarlett Johansson, Tina Rath, Victoria Hamilton, William Hoyland, Woody Allen

  • Crítica

    16/03/2007 00h00

    Não é possível ser genial todos os dias. Depois do excelente Match Point - Ponto Final, Woody Allen realiza o mediano Scoop - O Grande Furo, uma comédia apenas simpática que seguramente não entrará para a galeria dos grandes filmes do cineasta.

    A trama até que começa bem, contando a história de Joe Strombel (Ian McShane, do seriado Deadwood), um prestigiado jornalista que morre prematuramente. A caminho do "descanso eterno" (não fica claro se será no céu ou no inferno), Joe navega num barco comandado pela própria figura da Morte (novamente inspirada em O Sétimo Selo, de Bergman, como Allen já havia feito em Desconstruindo Harry) e fica sabendo de um grande furo de reportagem ("scoop", em inglês). Por meio de uma passageira do mesmo barco - portanto, também morta -, o jornalista recebe a informação que o famoso serial killer que está sendo procurado em toda a Inglaterra na realidade é o milionário aristocrata Peter Lyman (Hugh Jackman). Se comprovado, o fato cairia como uma bomba na sociedade inglesa. Mas como uma pessoa que já morreu pode passar uma informação para o mundo dos vivos?

    A partir desta ótima idéia inicial, o filme perde em ritmo e criatividade ao tentar fazer de uma jovem jornalista (Scarlett Johansson) e um mágico decadente (Woody Allen) um casal de investigadores atrapalhados que tentam solucionar o caso. Alguns diálogos interessantes conseguem manter um razoável tempero cômico até o fim da trama, mas nada que adicione muita coisa à carreira de Allen. De qualquer forma, um Woody Allen mediano já é melhor que a maioria das comédias que o nosso circuito comercial vem exibindo ultimamente.

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