SERPENTES A BORDO

SERPENTES A BORDO

(Snakes on a Plane)

2006 , 101 MIN.

Gênero: Suspense

Estréia: 07/09/2006

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  • Ficha técnica

    Direção

    • David R. Ellis

    Equipe técnica

    Roteiro: John Heffernan, Sebastian Gutierrez

    Produção: Craig Berenson, Don Granger, Gary Levinsohn

    Fotografia: Adam Greenberg

    Trilha Sonora: Trevor Rabin

    Estúdio: New Line Cinema

    Elenco

    Bobby Cannavale, Byron Lawson, Casey Dubois, Daniel Hogarth, Emily Holmes, Keith Dallas, Mark Houghton, Nathan Phillips, Samuel L. Jackson, Terry Chen

  • Crítica

    07/09/2006 00h00

    Dificilmente haverá outro filme com um título tão apropriado: Serpentes a Bordo fala sobre serpentes que estão a bordo... E nada mais. Tudo começa no Havaí, onde o jovem Sean (Nathan Phillips, de Wolf Creek -Viagem ao Inferno), presencia inadvertidamente um cruel assassinato. Os criminosos tentam matá-lo, mas o rapaz é salvo pelo policial Neville (Samuel L. Jackson, embarcando em mais uma roubada depois de Do Fundo do Mar), que promete mantê-lo em segurança para testemunhar. Ambos então tomam o fatídico avião, carregado com uma caixa lotada de cobras que irão se soltar durante o vôo.

    A grande pergunta que se faz durante o filme inteiro é: estamos vendo um suspense ou um trash? Na verdade, um pouco de cada. Por exemplo, a cena na qual uma cobra ataca um casal transando no banheiro tem sabor de pornochanchada dos anos 70. Já quando outra serpente, ainda no banheiro, abocanha um passageiro que iria, digamos assim, "se aliviar" no vaso sanitário, a referência está mais para irmãos Farrelly. Tudo isso acontecendo dentro de um avião em pânico faz Serpentes a Bordo parecer uma mistura de Anaconda com Aeroporto, mais algumas pitadas de Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu.

    O grande problema é que, como suspense, o filme não funciona porque é impossível levá-lo a sério. E, como comédia, tem um humor de médio para fraco. Esperava-se mais de David R. Ellis, o diretor do eficiente Celular - Um Grito de Socorro.

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