SHREK 2

SHREK 2

(Shrek 2)

2004 , 105 MIN.

Gênero: Animação

Estréia: 18/06/2004

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Andrew Adamson, Conrad Vernon, Kelly Asbury

    Equipe técnica

    Roteiro: Andrew Adamson, Chris Miller, Cody Cameron, Conrad Vernon, David N. Weiss, David P. Smith, J. David Stem, Joe Stillman, Walt Dohrn, William Steig

    Produção: Aron Warner, David Lipman, John H. Williams

    Trilha Sonora: Harry Gregson-Williams

    Estúdio: DreamWorks Animation, DreamWorks SKG, Pacific Data Images (PDI)

    Distribuidora: UIP

    Elenco

    Alina Phelan, Andrew Adamson, Antonio Banderas, Aron Warner, Cameron Diaz, Chris Miller, Christopher Knights, Cody Cameron, Conrad Vernon, David P. Smith, Eddie Murphy, Erika Thomas, Guillaume Aretos, Jennifer Saunders, Joan Rivers, John Cleese, Julie Andrews, Kelly Asbury, Kelly Cooney, Larry King, Latifa Ouaou, Mark Moseley, Mike Myers, Rupert Everett, Wendy Bilanski

  • Crítica

    18/06/2004 00h00

    Era fácil imaginar que a DreamWorks realizaria uma continuação de Shrek com a mesma qualidade técnica de animação, difícil era pensar que os pais do ogro verde pudessem levar às telas um filme com o mesmo humor irreverente e surpresas do primeiro. Mas, para a alegria dos fãs, Shrek 2, que chega às telas do País neste fim de semana, chega a superar o original em alguns momentos.

    O filme começa mostrando a lua-de-mel de Shrek e Fiona e, depois, sua volta para casa no pântano, onde pretendem curtir sua nova vida a dois. Na verdade, a três, porque o Burro insiste em pentelhar o casal e nem aventa a hipótese de deixá-los em paz. Em seguida, chega um convite dos pais da noiva, o Rei Harold e a Rainha Lilian, para que eles os visitem o Reino de Tão Tão Distante, onde será realizado um baile em homenagem ao casal.

    Todos os cidadãos do Reino de Tão Tão Distante se reúnem para saudar o retorno da Princesa e seu novo Príncipe, mas ninguém -- inclusive os pais da noiva -- estava preparado para a figura do novo príncipe e para a mudança de sua querida princesinha. Depois da péssima recepção, o casal entra em crise. O Rei recusa-se a ver a filha casada com "aquela criatura" e ainda sofre ameaças da Fada Madrinha, que o chantageia para que Fiona fique com seu filho, o Príncipe Encantado. O rei, então, contrata os serviços do valente Gato de Botas. O felino deve dar um fim em Shrek, mas acaba se unindo a ele na empreitada para que o ogro recupere o amor da princesa.

    O enredo é um prato cheio para os roteiristas e animadores deitarem e rolarem em piadas que satirizam desde a famosa chegada no tapete vermelho do Oscar e a cobertura do canal norte-americano E! Television até a sexualidade de Pinóquio. O grande destaque é o Gato de Botas, com seu sotaque espanhol (no original, dublado por Antonio Banderas) e a sua relação de amor e ódio com o burro.

    Na versão dublada, que mantém o humorista Bussunda no papel de Shrek, o filme não perde o ritmo nem o timing das piadas. Não à toa, a dublagem brasileira é considerada uma das melhores do mundo. A produção, desde já, é séria candidata a melhor comédia do ano. Imperdível.

    Um aviso: ao subirem os letreiros, não se levante da cadeira. Uma supresa o aguarda ao final.

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