STAY ALIVE - JOGO MORTAL

STAY ALIVE - JOGO MORTAL

(Stay Alive)

2006 , 85 MIN.

Gênero: Suspense

Estréia: 18/08/2006

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  • Ficha técnica

    Direção

    • William Brent Bell

    Equipe técnica

    Roteiro: Matthew Peterman, William Brent Bell

    Produção: Gary Barber, James D. Stern, Matthew Peterman, McG, Peter Schlessel, Roger Birnbaum

    Fotografia: Alejandro Martinez

    Trilha Sonora: John Frizzell, Tyler Bates

    Estúdio: Spyglass Entertainment, Touchstone Pictures

    Elenco

    Adam Goldberg, Billy Louviere, Billy Slaughter, Frankie Muniz, J. Richey Nash, James Haven, Jim Bishop, Jimmi Simpson, Jon Foster, Maria Kalinina, Milo Ventimiglia, Samaire Armstrong, Sophia Bush

  • Crítica

    18/08/2006 00h00

    Quer ser surpreendido ao ver um filme de terror? Então passe longe de Stay Alive - Jogo Mortal. Sei que já virou clichê dizer que este ou aquele filme tem todos os lugares-comuns consagrados pelo gênero, mas é impossível parar de dizer isso enquanto filmes como este forem produzidos. É um ciclo e quem perde com isso, claro, é o espectador que aposta em longas como este.

    Dirigido pelo "semidesconhecido" William Brent Bell, o filme mistura games, jovens e assassinos sanguinários, trinca capaz de chamar atenção dos adolescentes que freqüentam as salas de cinema munidos de seus sacos gigantes de pipocas. O Stay Alive do título é o nome de um jogo de videogame, ainda em teste, que está sendo o motivo de dor de cabeça de um grupo de jovens fissurados em games. Isso porque o jogo de terror é realmente assustador. E, pior, as mortes no game over de cada jogador começam a se concretizar. Liderados por Hutch (Jon Foster, estragando sua carreira depois de seduzir Kim Basinger em Provocação, de 2004) e Abigail (Samaire Armstrong, a Anna do seriado The O.C.), o grupo tenta descobrir uma forma de impedir que a vingança do fantasma de uma maluca do passado não siga causando tragédias em suas vidas.

    Sempre que assisto a um filme, tento pensar em aspectos bons em sua produção. Se não sou otimista no dia-a-dia, tento ser ao avaliar uma produção. No entanto, ser otimista é realmente difícil em se tratando de Stay Alive - Jogo Mortal. Os personagens são construídos tendo como base clichês do gênero. Veja só: temos o jovem geek que dá a assessoria intelectual na solução dos problemas, o líder com traumas vindos da infância, o amigo chato que fuma maconha e nunca acredita nas teorias malucas do grupo, a nova na turma que tem alguns mistérios... Todos estão ali, conspirando para que o terror seja previsível. E bota previsível nisso. Nem temos um vilão de verdade, de carne e osso, pra causar certa tensão. Afinal, as figuras que assustam os amigos em Stay Alive - Jogo Mortal saíram de um videogame e têm a mesma forma e aparência digital que costumamos ver nos jogos. E o final dá a dica: podemos esperar seqüências deste filme.

    Será que o fato do filme ter menos de uma hora e meia é positivo dentro de tantas coisas ruins?

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