STONED - A VIDA SECRETA DOS ROLLING STONES

STONED - A VIDA SECRETA DOS ROLLING STONES

(Stoned)

2005 , 102 MIN.

Gênero: Drama

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Stephen Woolley

    Equipe técnica

    Roteiro: Neal Purvis, Robert Wade

    Produção: Finola Dwyer, Stephen Woolley

    Fotografia: John Mathieson

    Trilha Sonora: David Arnold

    Elenco

    Leo Gregory, Luke de Woolfson, Monet Mazur, Nathalie Cox, Paddy Considine, Ras Barker, Will Adamsdale, Will Hodgkinson

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Responda rápido: como morreu Brian Jones? Afogado? Overdose? Suicídio? Ou você se enquadra na categoria que perguntaria "quem é Brian Jones?". Não se acanhe. Afinal, não se sabe exatamente como morreu um dos fundadores e líderes dos Rolling Stones, cujo corpo foi encontrado boiando na piscina de sua mansão em 3 de julho de 1969. O filme Stoned, estréia na direção do produtor inglês Stephen Wooley, tampouco se propõe a ditar a verdade absoluta sobre o assunto. Ele apenas reconta a história, agora sob a luz de um suposto depoimento arrependido que Frank Thorogood (Paddy Considine, que esteve em A Luta pela Esperança), antigo empreiteiro de Jones, teria concedido antes de morrer. Não é um assunto encerrado.

    Soturno e escuro, o filme busca o clima depressivo que Brian Jones (Leo Gregory) vivia num momento em que nem conseguia acompanhar a explosão criativa da banda que ele mesmo ajudara a criar, e nem obtinha sucesso na vã tentativa de se livrar das drogas. Vale lembrar que "stoned", em inglês, significa "chapado" por drogas ou álcool.

    O filme se centraliza no período em que Brian, isolado em sua mansão, encomenda uma reforma no imóvel. Solitário, ele busca desesperadamente a companhia do empreiteiro Frank, homem simples que a princípio estranha as excentricidades do roqueiro, para depois passar a admirar - e a invejar - seu bizarro padrão de vida. Para que a amizade não termine, Brian passa a desenvolver artimanhas que forçam a continuidade eterna da reforma. E ambos começam a desenvolver uma relação simbiótica e, portanto, destrutiva. É o velho tema da atração entre opostos, agora visto sob a óptica do sexo, drogas e rock-and-roll. Não é exatamente genial, mas vale como retrato de uma época

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