TOY STORY 2

TOY STORY 2

(Toy Story 2)

1999 , 92 MIN.

Gênero: Animação

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Ash Brannon, John Lasseter, Lee Unkrich

    Equipe técnica

    Roteiro: Andrew Stanton, Ash Brannon, Chris Webb, Doug Chamberlin, John Lasseter, Lee Unkrich, Pete Docter, Rita Hsiao

    Produção: Helene Plotkin, Karen Robert Jackson

    Fotografia: Sharon Calahan

    Trilha Sonora: Randy Newman

    Estúdio: Pixar Animation Studios, Walt Disney

    Distribuidora: Disney

    Elenco

    Andi Peters, Andrew Stanton, Annie Potts, Bill Farmer, Bob Bergen, Carly Schroeder, Corey Burton, Debi Derryberry, Don Rickles, Estelle Harris, Hannah Unkrich, Jack Angel, Jan Rabson, Jeff Pidgeon, Jess Harnell, Jessica Evans, Jim Varney, Joan Cusack, Jodi Benson, Joe Ranft, John Lasseter, John Morris, John Ratzenberger, Jonathan Harris, Kelsey Grammer, Laurie Metcalf, Lee Unkrich, Madylin Sweeten, Mary Kay Bergman, Mickie McGowan, Nicolette Little, Pat Fraley, Phil Proctor, R. Lee Ermey, Rachel Davey, Rodger Bumpass, Sherry Lynn, Sheryl Bernstein, Tim Allen, Tom Hanks, Wallace Shawn, Wayne Knight

  • Crítica

    04/03/2010 17h34

    Depois do grande sucesso de Toy Story, os produtores e criadores da Pixar se depararam com um “problemão”: como fazer a continuação de um filme que é tido praticamente como perfeito? Foi com este desafio nas cabeças (e nos computadores) que se partiu para Toy Story 2, animação que já nasceu com a difícil missão de superar o primeiro.

    Se superou ou não é discutível, mas pelos menos Toy Story 2 não faz feio diante de seu antecessor. Fica, vamos dizer assim, no mesmo patamar de excelência, tanto de roteiro quanto de aprimoramento técnico.

    Nesta segunda aventura, graças ao desenvolvimento rapidíssimo da computação gráfica, os roteiristas decidiram dar mais ênfase a personagens humanos, cujo estilo de animação ainda era um pouco “duro” por ocasião do primeiro filme. Ganha corpo, então, a sátira feita em cima das maluquices de um inescrupuloso colecionador de brinquedos, disposto a “exportar” Woody para algum milionário japonês que estaria disposto a pagar alto preço pela raridade.

    Entram em cena novamente os valores de lealdade e coleguismo do primeiro filme, mas, desta vez, priorizando mais a ação e a aventura que propriamente as relações humanas. Humanas? Sim, humanas dos brinquedos, por que não? Abre-se espaço também para a introdução de novos personagens que não só enriquecem a trama como também ajudam o departamento de licenciamento a vender mais produtos, porque, afinal, ninguém é de ferro e a indústria precisa girar.

    Memorável a cena que satiriza o famoso “Luke, I´m your father”, de Guerra nas Estrelas (bom, na época se chamava Guerra nas Estrelas, só depois da globalização que tudo virou Star Wars).

    Ainda não vi Toy Story 2 em 3D (não houve sessão para a imprensa), mas, sem dúvida, trata-se de um filme que - pelo seu humor, criatividade, inteligência e conteúdo - pode muito bem ser também apreciado pelo sistema convencional. É um filme cujo conteúdo fala muito mais alto que a forma, diferente daquela chatice tecnológica do Avatar.

    Xi... falei... agora vão começar aqueles e-mails dos nerds pentelhos...ahahahahah...


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