UM ANJO TRAPALHÃO

UM ANJO TRAPALHÃO

(Um Anjo Trapalhão)

1996 , 70 MIN.

Gênero: Comédia Dramática

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Alexandre Boury, Marcelo Travesso

    Equipe técnica

    Roteiro: Chico Caruso, Geraldo Carneiro, Naum Alves de Souza, Roberto Silveira

    Produção: Curt e Alex Associados, Globo Filmes, MegaColor, Ra Produções, Tibet Film

    Fotografia: Evaldo Lemos Filho, José Quintino

    Trilha Sonora: Luiz Avellar, Mariozinho Rocha, Renato Ladeira

    Estúdio: Globo Filmes, TV Globo

    Elenco

    Alessandra Aguiar, Deborah Secco. Participação especial: Regina Duarte, Francisco Cuoco, Francisco Millani, Georgia Gomide, Isadora Ribeiro, Paulo Betti, Renato Aragão

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Como diz o filósofo, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Remontar para o cinema O Auto da Compadecida é uma coisa: trata-se de um produto rodado em película, e pensado, desde a sua concepção, para funcionar tanto na tela pequena como na grande.

    Lançar Um Anjo Trapalhão nos cinemas é outra coisa. Estreando este final de semana nas telas do país, Um Anjo Trapalhão não é um filme feito para a TV e remontado para o cinema. Ele é apenas um produto requentado. Trata-se de um especial de Natal produzido em vídeo e exibido pela Rede Globo em 1996, e que foi agora transposto para a película 35 milímetros apenas para poder ser mostrado nos cinemas. Em outras palavras, um caça-níquel de Natal.
    Se a moda pega, logo teremos nos cinemas especiais antigos com Zezé di Camargo e Luciano, Leandro e Leonardo, Daniel e assim por diante.

    Oficialmente, Um Anjo Trapalhão passa a ser o 41o. longa metragem da carreira de Renato Aragão. A história fala de um homem simples (Aragão, é claro) que promete animar os desanimados cidadãos de uma pequena vila, convidando para o Natal ninguém menos que Papai Noel e Deus. Para conseguir a proeza, só mesmo a boa vontade de um anjo.

    Não é possível falar mais. A distribuidora não mostrou o filme para nenhum jornalista, sob a alegação oficial de que as cópias em 35 milímetros não ficaram prontas. Há quem acredite porém, que na verdade a Fox teria preferido esconder o resultado final da imprensa, temendo críticas negativas.

    Para não deixar o internauta na mão, vou conferir o filme neste final de semana, já em cartaz, para elaborar um texto mais completo na semana que vem.



    06 de dezembro de 2000
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    Celso Sabadin é jornalista especializado em cinema desde 1980. Atualmente é crítico de cinema da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão e do Canal 21. Às sextas-feiras é colunista do Cineclick. [email protected]

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